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quinta-feira, 10 de julho de 2014

Semana 16 + Resultado da semana 15 + Atividade de Julho estendida

Semana 16 do MONOBA

A semana 16 de MONOBA já está no ar! Infelizmente esta semana não teremos "Neocene II - nanoships" novamente. Mas confiram todas as outras histórias participantes clicando nos links abaixo, nas abas das obras ou navegando pelo blog. Lembrando que a votação já está no ar e vai até às 23:59 de 16 de julho. E fique de olho, porque a próxima rodada estará disponível no dia 18 de julho e, com ela, o novo mês do MONOBA. Boa leitura e divirta-se!


Pepper & Donuts: Capítulo 16 - Donuts 16: Início

Filho das Profundezas: Parte XVI - Limo

Requiem: Doutor, Doutor - Parte 1

Wild Hunt: Capítulo 15: Garra de Jormag – parte I

Contos do Amante da Morte: Capítulo 14 – Sorte e Azar.


Resultado da semana 15

Em um total de 21 votos, o MONOBA apresenta os vencedores desta semana:

Em primeiro lugar, com 10 votos, a história "Conto do Amante da Morte", de Mari-Youko-Sama.
Em segundo lugar, com 5 votos, a história "Filho das Profundezas", de Marco Fischer.
Em terceiro lugar, com 4 voto, a história "Requiem", de Natalie Bear.

Seguidos de "Pepper & Donuts", de Adriana Yumi (2 votos); "Nave Fantasma", de Lucas Suwgamm (sem voto) e "Wild Hunt", de Marlon Kalango (sem voto). "Neocene II - nanoships", de Moonlance, está a sete semanas consecutivas sem participar do MONOBA, então receberá seis pontos negativos (-6).

Parabéns aos vencedores da semana!
Confira mais detalhes em "Ranking".


Atividade de Julho estendida

Por causa dos eventos atípicos, creio que as pessoas ficaram sem tempo para ajudar o seu escritor com alguns pontos extras. Então, estamos estendendo a entrega das homenagens até dia 16 de julho. Lembrando que a homenagem pode ser uma ilustração ou fanfic baseada na sua história predileta. O tema deste mês é "inverno". Para saber como enviar suas homenagens confira a aba "Atividade Extra". As homenagens serão postadas na nossa página no facebook: www.facebook.com/mobilenovelbattle. Esperamos por você!

Neocene II – nanoships [Semana 16]

Autor: Moonlance

- Sem capítulo esta semana -

Pepper & Donuts [Semana 16]

Autora: Adriana Yumi
Capítulo 16 - Donuts 16: Início

Misaki e o irmão acabaram de voltar da padaria, onde puderam conversar com mais calma e a garota descansar sua mente. Ela estava precisando de um ânimo emocional, sempre que estava com algum problema na cabeça, Misaki recorria aos seus donuts favoritos. E dessa vez não foi diferente.
Ao chegarem em casa, a garota decidiu conversar com a prima e resolver as pendências do passado que tanto a atormentavam. Foi até o quarto das visitas e tentou bater na porta, mas não conseguiu. Ao invés disso, sentou-se no chão, atrás da porta, e começou a pensar em como iniciar a conversa com a prima. Misaki pensou em simplesmente começar com um “Olá, prima, podemos conversar?”, mas as palavras não saíam de seus lábios, apesar de estarem tão bem claras em sua mente. Pensou em dar um “Boa noite, prima!” meio animado, mas não achou que o momento seria adequado para isso. Mergulhada em tantos pensamentos, a garota impulsivamente bateu 3 vezes na porta.

- Hã? Tem alguém aí fora?
- Ah! Não tem ninguém!! Quer dizer, eu....
- …............................

Misaki não sabia o que fazer. Ela podia muito bem fingir que não era nada e ir embora, mas sentiu necessidade de ficar lá, custe o que custar, até conseguir conversar direito com a prima.

- Prima...eu acho que fui meio seca com você e queria conversar...bom, na verdade seria mais...pedir desculpas por ter agido de forma tão egoísta com você, er...não só agora mas também no passado, quando eu gritei com você e não respondia suas ligações ou cartas.

Misaki fez uma pausa pra esperar uma resposta da prima. Silêncio. Mesmo assim, continuou.

- Sabe, quando fui morar naquele ano com a vovó e o tio Akihiko, ela guardou todas as suas cartas de pedido de desculpa, mas nunca tive coragem pra ler. Elas estão guardadas comigo agora...sei que parece besteira, mas tenho medo de abri-las e ficar ainda mais mal por não ter reconsiderado naquela época e entendido a situação financeira dos tios. Eu meio que me arrependo daquelas coisas que disse a você mas por outro lado, tinha meu orgulho ferido. Não queria dar o braço a torcer.

Mais uma pausa e sem sinal de alguma resposta de Aiko. Misaki suspeitou que talvez a prima tenha ficado com raiva, resolveu ignorá-la e a deixou falar sozinha ali no corredor escuro.

- Tive dificuldade pra conviver sem você por perto, porque acabei perdendo a confiança em fazer novos amigos, com medo deles me abandonarem ou coisa assim. No fundamental, uma menina andava comigo só por causa das minhas notas. Assim que desconfiei da suposta “amizade” dela, parei de ajudá-la com exercícios. Não deu outra, ela começou a falar mal de mim pra todo mundo. Aí no ensino médio conheci a Kelly. Ela era meio desajeitada e todo mundo caçoava dela, um dia as meninas passaram dos limites e eu intervi. Acabamos nos tornando ótimas amigas desde então.

Misaki ouve um barulho de fechadura.


Ir para o próximo capítulo de "Pepper & Donuts"

Nave Fantasma [Semana 16]

Autor: Lucas Suwgamm

- Sem capítulo esta semana -

Filho das Profundezas [Semana 16]

Autor: Marco Fischer
Parte XVI - Limo

As praias de Ula-Yhloa possuíam uma areia fina e negra, que escorria lentamente entre os pés de Violka e Pesha enquanto eles começavam a explorar a ilha. Tudo naquele lugar parecia úmido e um pouco morto. Carcaças de estranhos animais marinhos se espalhavam pelas rochas rugosas do litoral, banhadas pelo mar mesclado de verde e roxo, que mais de perto parecia ter uma textura gosmenta.

Enquanto procuravam um lugar seguro para esconder o bote que os havia levado até ali, a capitã e o estudioso perceberam que abaixo daquelas águas havia imensos degraus de pedra que seguiam abaixo até sumir de vista nas profundezas. Era como se a ilha fosse o topo de uma antiga e gigantesca estrutura de pedra, engolida pelo oceano e esquecida por seus próprios construtores.

-Eu jamais vi um lugar como esse – disse Pesha enquanto examinava o cadáver murcho de algo que parecia ser um lula com múltiplos olhos opacos e pequenos. – É como se o mar estivesse contaminado por algo antinatural, mas não percebo nenhum sinal de ocupação recente que pudesse ter causado isso.

-Seja qual for o segredo do mapa de nosso hóspede, só pode estar no coração da ilha. – respondeu Violka terminando de colocar o bote entre dois rochedos. – Não tem nada aqui além de areia e essas coisas nojentas.

Subitamente, um movimento chamou a atenção dos dois. Próximo à construção em forma de trapézio no centro da ilha, uma figura de vestido os observava e agora dava as costas e desaparecia. Violka apenas acenou com a cabeça para Pesha e os dois seguiram para onde ela estava, embora o naturalista estivesse um pouco amedrontado com a perspectiva de encontrar um nativo daquele lugar tenebroso.

O caminho para o interior de Ula-Yhloa seguia por encostas onde não crescia nenhum tipo de vegetação, apenas um lodo verde-claro e escorregadio que tornava a trilha um pouco mais difícil. Chegando mais perto, avistaram grandes figuras sagradas entalhadas nos paredões de pedra, do que parecia ser uma criatura em forma de lagosta. Violka se lembrou dos Deuses Tubarão das Ilhas Kupuna, e se perguntou se os nativos do arquipélago não poderiam ser descendentes do povo que um dia havia habitado aquela ilha, com sua devoção pelas criaturas marinhas.

A figura de vestido os esperava diante de um portal de pedra que conduzia para o interior do grande trapézio, entalhado de forma grotesca como um amálgama de várias carapaças de crustáceos. Quando ela se virou, Violka e Pesha encararam o rosto de uma mulher oriental, com os olhos adornados por uma maquiagem púrpura e os lábios tingidos de azul-escuro. Sua cabeça estava coberta por uma água-viva que de longe parecia um chapéu elegante, mas agora causava repulsa com seus tentáculos translúcidos se retorcendo devagar. Mesmo o vestido da mulher parecia gelatinoso, como se não fosse feito de tecido e sim de algum material orgânico e pulsante.

-A Ordem do Peixe-Diabo lhes dá as boas vindas – disse ela com uma voz melodiosa, mas que deixava escapar um hálito venenoso.


Ir para o próximo capítulo de "Filho das Profundezas"

Requiem [Semana 16]

Autora: Natalie Bear
Doutor, Doutor - Parte 1

Mais um dia se foi. O segundo fazendo questões aqui e ali. Ninguém tinha o conhecimento que necessitavam.

A noite logo chegaria e a dupla sentou no fio da calçada já vazia aparentando estarem exaustos da caminhada que durara o dia todo, exceto Xerife que ainda andava para lá e para cá, com muita energia nas quatro patas.

- Dois dias e nenhuma informação. - a jovem loira suspirou, jogando os ombros para frente - Ninguém sabe de nada. Ele não está aqui…

O sujeito a observou sem dizer nada. Não sabia como ajuda-la naquele momento, não permitiria que Rebeca desistisse.

- Vamos arranjar algo para comermos. - Lawrence levantou-se preguiçosamente e ofereceu a mão para a jovem, mas viu os olhos cor de avelã dela arregalarem-se em sua direção e sentiu algo rígido tocar suas costas.

- Eu estive observando os senhores fazerem perguntas durante esses dois dias. - o sujeito dono da voz aproximou-se pela lateral da moça ainda sentada - Walter não está aqui.

- Senhor Levine? - Rebeca, já assustada pela abordagem repentina dos três homens às costas de seu companheiro de viagem, sobressaltou-se ao ouvir a voz conhecida.

- Senhorita Williams… Se houvesse aceitado minha proposta, em vez de fugir daquele modo rude, já estaria aqui há cinco dias. - explicou serenamente.
Lawrence virou o rosto o suficiente para perceber que desta vez os homens de Levine carregavam consigo pistolas. Xerife encarava os sujeitos apreensivo, entretanto não ousaria reagir se seu dono não lhe desse o comando.

- Por favor, Senhor Levine…! - a moça levantou-se em um pulo - O senhor tem alguma nova informação sobre meu pai?

- Eu já devo ter lhe dito… - o sujeito coçou a barba - A última vez que ouvi o nome dele tinha relação com o lago Titicaca. Estamos longe de lá.

- Por que meu pai estaria em Titicaca se ele veio para pesquisar Vilcabamba? - apontou à sua frente para as montanhas ao fundo.

- As pessoas que querem o artefato devem pertencer àquela região. - a sujeito tirou o óculos do bolso e colocou-o, em seguida buscou o pequeno caderno negro no outro bolso.

- Eu tenho uma pergunta. - Lawrence, visivelmente insatisfeito com o encontro, manifestou-se - Se sabe que estamos aqui há dois dias, por que demorou tanto para nos contatar?

- Estávamos analisando a situação e procurando mais pistas em Vilcabamba. Não há mais nada relevante lá. - respondeu sem tirar os olhos do caderno.

- Vamos para Titicaca! - a moça voltou-se ao companheiro, ignorando a situação e as armas.
Lawrence não disse nada. Baixou o rosto na direção de Xerife.

- Exatamente o que faremos. - Levine respondeu pelo sujeito - Agora deixe meus empregados se entenderem com seu amigo. Venha comigo. No hotel em que estou hospedado tenho algumas anotações que seu pai deixou para trás, mas existem partes em código, Talvez a senhorita saiba como decifrar.

A informação reascendia uma ponta de esperança na desolada jovem.


Ir para o próximo capítulo de "Requiem"

Wild Hunt [Semana 16]

Autor: Marlon Kalango
Capítulo 15: Garra de Jormag – parte I

As montanhas gelidas com certeza eram um obstaculo, mas isso não nos impediu de continuar nosso caminho. Não conseguimos chegar até o destino no mesmo dia, apesar de tudo. Em fato, demorou quase dois dias, o lado era bem maior do que parecia, e com as constantes nevascas mesmo que quisesse, estava difícil achar qualquer rastro na neve recém caída e fofa. Vasculhamos aquela area, mas sem nenhum sucesso em encontrar pistas que revelassem se o irmão de Arawn estivera por ali. No terceiro dia de nossa busca, estavamos cansados, e mesmo com fogueira, estava dificil se manter aquecido por muito tempo, ou comer uma refeição que ficasse quente por muito tempo. Por sorte, avistamos um posto avançado dos soldados Vigil, uma das três ordens guardiãns de Tyria. Fomos até ele, e decidimos pedir por abrigo ali. Havia uma pequena comoção acontecendo, soldados indo e vindo, artilharia pesada sendo transportada.

-Nom dia, soldado – disse a um deles que se aproximava, uma mulher. - Podemos pedir abrigo em seu posto por algumas horas?

-Vocês são bem vindos contanto que não causem confusão, Sylvari. - Ela disse. Por baixo de uma capa de frio, dava pra notar uma armadura pesada, e uma espada bastarda. - Não posso garantir seu descaso, também. Estamos em uma situação de movimentação aqui, e esperamos conflito.

-Problemas com os Filhos de Svanir ou Icebrood? - Arawn perguntou.

-Antes fossem eles. Mas temos problemas...maiores, sobre nossas cabeças – Ela apontou para as montanhas mais alem do posto. No céu, pudemos ver uma sombra gigante sobrevoando. Um dragão.- O tenente de Jormag, O Garra, está sobrevoando esta area e lançando cristais de gelo corrompido. Estamos fazendo tudo ao nosso alcance para dete-los antes que a corrupção se espalhe, mas ordas de Icebrood vem junto. Esperamos um ataque direto a qualquer momento.

Troquei um olhar serio com meu companhiro. Um tenente de dragão não é qualquer inimigo. Sua força está muito alem de qualquer servo comum, e seus poderes são terríveis. Arawn tinha algo a mais em seu olhar, aquela mesma revolta de antes. Eu sabia o que ele iria fazer.

-Nos deixe ajudar. - Ele disse. - Só pedimos uma refeição quente e algumas horas de descanso, e então podemos ajudar em sua luta.

-Ora, pois! - A soldado respondeu com um sorriro animado – Então seja muito bem vindo ao nosso acampamento, amigo! Pode entrar e relatar isto a qualquer soldado perto das barracas de suprimentos, eles irão lhe dar uma direção. Agora, se me dão licensa.

Ela pertiu e adentramos o acampamento. Um soldado nos ajudou a nos situar e comemos enfim. Senti um enorme cansaço após isso, e cai num sono profundo logo. Ouvi palavras vindo até mim, aquele frio novamente. O sonho. Comecei a reparar nas coisas...o gelo, as arvores. Eu reconhecia esta paisagem. Estava próximo a ela agora mesmo. Então, ouvi um grito absurdamente alto, isso era novo. Uma sombra se abateu sobre mim, e olhei para cima. Eu vi um dragão.


Ir para o próximo capítulo de "Wild Hunt"

Contos do Amante da Morte [Semana 16]

Autora: Mari-Youko-Sama
Capítulo 14 – Sorte e Azar.

Fogo alto que alcançava um céu noturno alaranjado, vultos de pessoas simplesmente desapareciam na fumaça, tudo era nebuloso e distante, até a imagem de Solomon surgir e sua garganta ser transpassada por uma lança que se estendia e esticava como se fosse infinita e pudesse alcançar qualquer coisa.

Marcos despertou e ao se apoiar com o braço direito, sentiu uma dor aguda vinda de seu ombro e caiu de costas novamente sobre palha mofada. Não teve tempo para raciocinar sobre o que estava acontecendo, logo um homem alto e calvo, portando uma espada, puxou a corda que se ligava ao corpo de Marcos, fazendo-o titubear para frente e sentir ainda mais dor:

– Senhor Magnhild quer falar com você, caminhe! – puxou-lhe como se estivesse guiando um animal.

Não demoraram até chegar à construção principal feita de rochas únicas que resistiu bem ao incêndio. Ao entrar, Marcos foi golpeado atrás dos joelhos, que o forçou a se curvar e embora com o olhar baixo, conseguia sentir cheiro de comida e vinho, suas estranhas responderam ao estímulo, mas o jovem Blackwood não saiu do lugar.  Quando foram deixados sozinhos, a outra figura que estava se alimentando na outra ponta do salão finalmente se pronunciou:

– Está com fome? – a voz, apesar de grave, mantinha um timbre suave. – Deve estar, afinal, passou um dia desacordado. Eu sou Gernot Magnhild, responsável pela comitiva de Eadgar.

Logo o outro caminhou e, ao se aproximar, sacou uma faca da cintura que fez com que o jovem Blackwood gelasse, mas esta foi guiada até as cordas que prendiam o corpo de Marcos, libertando-o.

– Não precisa ter medo, o pior já passou – o maior comentou em tom zombeteiro, enquanto guardava sua faca. – Preciso que tenha disposição, a mesma disposição com a qual arremessou aquele machado em mim.
Marcos finalmente ergueu a cabeça, deparando-se com um homem de cerca de trinta anos, de fios negros, barba aparada e olhos castanhos amarelado. Apesar da expressão mais suave, o jovem Blackwood não conseguia fugir do olhar inquisidor daquele homem:

– Por que… me deixou vivo? – as palavras saíram em um tom baixo.

– Não fui eu que lhe deixei vivo. – um sorriso se formou no canto dos lábios – Você que lutou para se manter vivo.

– Eu não entendo… – Marcos estava atônito, o outro não parecia ter sido atingido, até seu ferimento no ombro tinha sido porcamente cuidado, alguém quis que ele ficasse vivo.

– Não sei dizer se foi sorte ou benção divina, mas seu machado me fez errar sua garganta, então… aqui está você. Como se chama rapaz?

– Blackwood… Marcos Blackwood. – comentou, enquanto tomava forças para se levantar.

O maior sorriu em resposta à ação de Marcos, que àquela altura começava a entender o porquê de ter sido mantido vivo.

“Quando um inimigo convida para uma refeição, tenha certeza que a batalha não acabou, apenas tomou outra forma para o conflito. Guerra de palavras são sempre as piores, porque elas decidem sobre as físicas.”


Ir para o próximo capítulo de "Contos do Amante da Morte"