Autor: Lucas Suwgamm
Considerações
Não sei muito bem o que dizer sobre o Monoba, foi uma experiência única e agradeço pela oportunidade de mostrar um pouco do meu trabalho, que acabei executando algo totalmente diferente do planejado há 25 semanas atrás, mas contudo, gostei do resultado final, mesmo não existindo “o final” e quanto a isso, peço desculpas.
Monoba foi um desafio e tanto, prazos loucos (principalmente para alguém como eu, que não está acostumado ao ato da escrita), organização das ideias e tempo e acima de tudo, promoveu uma competividade saudável com a galera que participou, que me surpreenderam com suas respectivas histórias e vários estilos narrativos.
Para finalizar e não haver mais prolongas, foi uma empreitada gostosa e recomendo a todos que participem e não tenha medo de escrever (acho que fui uma prova que alguém sem experiência pode participar de uma maneira saudável XD), espero que aja uma nova edições desse jogo entre micro capítulos, ideal para ser lido em aparelhos mobile.
Mostrando postagens com marcador Nave Fantasma. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Nave Fantasma. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Nave Fantasma [Semana 25]
Autor: Lucas Suwgamm
Aguardando posição do autor.
Aguardando posição do autor.
Marcadores:
Lucas Suwgamm,
Nave Fantasma,
semana 25
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
Nave Fantasma [Semana 24]
Autor: Lucas Suwgamm
Dados.
Samara conseguiu chegar em segurança ao computador da ponte de comando, ninguém havia percebido o seu deslocamento ate ali, todos estavam concentrado na eliminação dos Nêcromos além de toda habilidade assassina de Milene, que já recuperada do desmaio, matava majestosamente uma a uma daquelas bestas, era uma bela dança aos olhos dos Renegados ali presentes, com a assistência dos disparos precisos de Foster, Carlos e Edgar.
Quando a última besta caiu ao chão, Carlos ordenou que seus subordinados abandonassem a nave, dizia que muitas vidas foram perdidas ali hoje e não tinha mais sentido para eles continuarem ali.
Foster, como um sinal de boa fé, falou que ninguém atacasse os Renegados mais e também ordenou que Milene e Edgar abandonassem a nave também e levassem o corpo de Michael. Edgar agachou e pegou o seu companheiro morto e com um sussurro agradeceu o seu sacrifico. Foster apenas acenou com a cabeça para eles irem. Ia permanecer na sala, esperando Samara terminar sua tarefa.
O último renegado tinha corrido para fora da sala e a turma da união se preparava para o mesmo, tudo corria bem só faltava completar a sua missão, no entanto, quando a hábil moça estava prestes a concluir o seu trabalho um feixe de luz atravessou a sua mão. Carlos se aproximou, com o seu característico sorriso.
– Espero não ter te machucado muito, pequena dama.Contudo, preciso destes dados – Piscou rapidamente para Samara.
A moça soltou um grito de dor e caiu de joelhos ao chão, segurando sua mão gravemente machucada. Seus companheiros olharam assutado para a cena, sem entender muito o que ocorreu, a gigante ruiva ameaçou avançar para o local do acidente, no entanto, Foster entrou em sua frente.
– Rápido, siga a minha ordem e saim dessa nave – Olhava sério para Milene.
A mesma olhou para sua companheira ao chão e olhou para Foster e virou-se, fez um sinal para Edgar acompanhá-la, após muitas missões juntas ela aprendeu a confiar em seu capitão.
-– deixe a Samara ir! – Gritou para o velho capitão renegado. – Eu não vou te atacar! – estendeu os seus braços para os lados.
Carlos apenas acenou com a cabeça, Samara reuniu um pouco mais de força, conseguiu se levantar, sua mão não doía mais, o seu traje já havia anestesiado a região do ferimento dando força para ela correr. Quando passou pelo Foster olhou para ele e viu sua expressão seria, não sabia o que ele estava planejando, no entanto não duvidaria do seu sucesso.
Quando todos entraram pelo corredor, Foster caminhou na direção de Carlos olhando para ele.
– Você não vai ficar com estes dados.– Parou de caminhar e apontou o seu braço para ele, pronto para disparar.
– Você ainda não me entende? – Apertou um botão no painel e sorriu para Foster – Agora você vai ver a verdade.
Dados.
Samara conseguiu chegar em segurança ao computador da ponte de comando, ninguém havia percebido o seu deslocamento ate ali, todos estavam concentrado na eliminação dos Nêcromos além de toda habilidade assassina de Milene, que já recuperada do desmaio, matava majestosamente uma a uma daquelas bestas, era uma bela dança aos olhos dos Renegados ali presentes, com a assistência dos disparos precisos de Foster, Carlos e Edgar.
Quando a última besta caiu ao chão, Carlos ordenou que seus subordinados abandonassem a nave, dizia que muitas vidas foram perdidas ali hoje e não tinha mais sentido para eles continuarem ali.
Foster, como um sinal de boa fé, falou que ninguém atacasse os Renegados mais e também ordenou que Milene e Edgar abandonassem a nave também e levassem o corpo de Michael. Edgar agachou e pegou o seu companheiro morto e com um sussurro agradeceu o seu sacrifico. Foster apenas acenou com a cabeça para eles irem. Ia permanecer na sala, esperando Samara terminar sua tarefa.
O último renegado tinha corrido para fora da sala e a turma da união se preparava para o mesmo, tudo corria bem só faltava completar a sua missão, no entanto, quando a hábil moça estava prestes a concluir o seu trabalho um feixe de luz atravessou a sua mão. Carlos se aproximou, com o seu característico sorriso.
– Espero não ter te machucado muito, pequena dama.Contudo, preciso destes dados – Piscou rapidamente para Samara.
A moça soltou um grito de dor e caiu de joelhos ao chão, segurando sua mão gravemente machucada. Seus companheiros olharam assutado para a cena, sem entender muito o que ocorreu, a gigante ruiva ameaçou avançar para o local do acidente, no entanto, Foster entrou em sua frente.
– Rápido, siga a minha ordem e saim dessa nave – Olhava sério para Milene.
A mesma olhou para sua companheira ao chão e olhou para Foster e virou-se, fez um sinal para Edgar acompanhá-la, após muitas missões juntas ela aprendeu a confiar em seu capitão.
-– deixe a Samara ir! – Gritou para o velho capitão renegado. – Eu não vou te atacar! – estendeu os seus braços para os lados.
Carlos apenas acenou com a cabeça, Samara reuniu um pouco mais de força, conseguiu se levantar, sua mão não doía mais, o seu traje já havia anestesiado a região do ferimento dando força para ela correr. Quando passou pelo Foster olhou para ele e viu sua expressão seria, não sabia o que ele estava planejando, no entanto não duvidaria do seu sucesso.
Quando todos entraram pelo corredor, Foster caminhou na direção de Carlos olhando para ele.
– Você não vai ficar com estes dados.– Parou de caminhar e apontou o seu braço para ele, pronto para disparar.
– Você ainda não me entende? – Apertou um botão no painel e sorriu para Foster – Agora você vai ver a verdade.
Marcadores:
Lucas Suwgamm,
Nave Fantasma,
semana 24
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
Nave Fantasma [Semana 23]
Autor: Lucas Suwgamm
Olhos Lacrimejando
Foster suspirou ao ver aquele enxame de Nêcromos olhou para os seus companheiros, Samara estava desesperada atirando com descuidada errando quase todos os disparos, Edgar parecia estar recuperado, mesmo que não tivesse a situação exigia o uso de sua habilidade. Milene começa acordar.
— Me de cobertura. — disse a Carlos, enquanto saltou sobre o entulho a sua frente para correr na direção dos seus companheiros.
Ao chegar perto de Milene, agachou e apoiou a cabeça dela sobre suas pernas – O que aconteceu aqui? – Perguntou tristemente.
Fomos emboscados pelos renegados, quando entramos na ponte de comando – o homem de traje negros olhava para frente disparando, enquanto falava com o seu comandante – eles nos levariam para a nave deles, contudo, Yukina, começou uma batalha no espaço, conseguiu atingir a nave deles com a arma principal da Alvorada e ao mesmo atingiu a área da ponte de comando; Causando toda essa bagunça que você vê. Aproveitando essa brecha, eu, Milene, Samara e Michael começamos a atacar os renegados, para fugirmos. – Fez uma expressão seria e pensativa ao mesmo tempo. – Tudo indicava que teríamos sucesso, no entanto... um escombro caiu sobre mim, Milene me empurrou para trás, foi acertada na cabeça e desmaiou.
– E … o Michael? – Seu olhar era triste ao ver seu companheiro caído no campo de batalha.
– ….fuuu – Edgar respirou fundo, continuava disparando, mas sua mente estava distante – Ele ergueu os escombros e colocou a ruiva sobre os seus ombros, ordenou que eu e Samara fossemos ate o computador central da ponte e pegássemos oque viemos pegar...– parou de falar, parecendo que não conseguiria mais continuar.
– Edgar, é melhor você se focar ema tirar, eu continuo a história – Samara pois a mão no ombro do seu companheiro atirador – Os renegados começaram a atirar e atigram a perna de Michael, que caiu de joelhos no chão, Edgar estava indo ao seu auxilio, mas o Michael não deixou, ordenou que continuasse o que foi ordenado, conseguiu se erguer, mesmo carregando a Milene, ate que... – olhou para Foster com os olhos lacrimejando – Estava chegando perto destes entulhos e foi novamente atingido, mas... mas... antes de cair ao chão, arremessou a Milene para cá.
– Aquele idiota! – Os punhos de Foster estavam cerrados e socou o chão, seus olhos lacrimejaram, no entanto, conseguiu segurar o choro. – E com o braço Edgar, o que aconteceu – apontou par ao machucado que não aprecia ser muito grave.
– Bom...– a pequena moça continuava a falar – eu me apav....
– Nada, não aconteceu nada! – Edgar seriamente interrompeu a fala de Samara.
Foster percebeu que aconteceu algo de estranho, mas não quis prolongar mais no assunto. Olhou novamente para Samara – Você vai cuidadosamente ate o computador completar a nossa missão. Enquanto eu e Edgar damos um jeito nestas bestas. - Olhou para a Milene que já estava quase recuperada – Assim que você conseguir, nós fugiremos ate a Alvorada! - Parou por uns instantes enquanto olhava nos olhos de todos. - VAMOS TERMINAR ISSO POR MICHAEL!! – Não segurou mais o seu choro.
Ir para o próximo capítulo de "Nave Fantasma"
Olhos Lacrimejando
Foster suspirou ao ver aquele enxame de Nêcromos olhou para os seus companheiros, Samara estava desesperada atirando com descuidada errando quase todos os disparos, Edgar parecia estar recuperado, mesmo que não tivesse a situação exigia o uso de sua habilidade. Milene começa acordar.
— Me de cobertura. — disse a Carlos, enquanto saltou sobre o entulho a sua frente para correr na direção dos seus companheiros.
Ao chegar perto de Milene, agachou e apoiou a cabeça dela sobre suas pernas – O que aconteceu aqui? – Perguntou tristemente.
Fomos emboscados pelos renegados, quando entramos na ponte de comando – o homem de traje negros olhava para frente disparando, enquanto falava com o seu comandante – eles nos levariam para a nave deles, contudo, Yukina, começou uma batalha no espaço, conseguiu atingir a nave deles com a arma principal da Alvorada e ao mesmo atingiu a área da ponte de comando; Causando toda essa bagunça que você vê. Aproveitando essa brecha, eu, Milene, Samara e Michael começamos a atacar os renegados, para fugirmos. – Fez uma expressão seria e pensativa ao mesmo tempo. – Tudo indicava que teríamos sucesso, no entanto... um escombro caiu sobre mim, Milene me empurrou para trás, foi acertada na cabeça e desmaiou.
– E … o Michael? – Seu olhar era triste ao ver seu companheiro caído no campo de batalha.
– ….fuuu – Edgar respirou fundo, continuava disparando, mas sua mente estava distante – Ele ergueu os escombros e colocou a ruiva sobre os seus ombros, ordenou que eu e Samara fossemos ate o computador central da ponte e pegássemos oque viemos pegar...– parou de falar, parecendo que não conseguiria mais continuar.
– Edgar, é melhor você se focar ema tirar, eu continuo a história – Samara pois a mão no ombro do seu companheiro atirador – Os renegados começaram a atirar e atigram a perna de Michael, que caiu de joelhos no chão, Edgar estava indo ao seu auxilio, mas o Michael não deixou, ordenou que continuasse o que foi ordenado, conseguiu se erguer, mesmo carregando a Milene, ate que... – olhou para Foster com os olhos lacrimejando – Estava chegando perto destes entulhos e foi novamente atingido, mas... mas... antes de cair ao chão, arremessou a Milene para cá.
– Aquele idiota! – Os punhos de Foster estavam cerrados e socou o chão, seus olhos lacrimejaram, no entanto, conseguiu segurar o choro. – E com o braço Edgar, o que aconteceu – apontou par ao machucado que não aprecia ser muito grave.
– Bom...– a pequena moça continuava a falar – eu me apav....
– Nada, não aconteceu nada! – Edgar seriamente interrompeu a fala de Samara.
Foster percebeu que aconteceu algo de estranho, mas não quis prolongar mais no assunto. Olhou novamente para Samara – Você vai cuidadosamente ate o computador completar a nossa missão. Enquanto eu e Edgar damos um jeito nestas bestas. - Olhou para a Milene que já estava quase recuperada – Assim que você conseguir, nós fugiremos ate a Alvorada! - Parou por uns instantes enquanto olhava nos olhos de todos. - VAMOS TERMINAR ISSO POR MICHAEL!! – Não segurou mais o seu choro.
Ir para o próximo capítulo de "Nave Fantasma"
Marcadores:
Lucas Suwgamm,
Nave Fantasma,
semana 23
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
Nave Fantasma [Semana 22]
Autor: Lucas Suwgamm
Desespero.
Um estrondoso som explosivo fez com que Foster apertasse os seus passos, estava preocupado e inquieto, já era para sua comunicação com a equipe ter voltado, Carlos ainda estava a sua frente, correndo também, o que fez Foster deduzir que ele também não estava conseguindo comunicar.
— Anda seu molenga! Vai perder para um velho? — desta vez o velho lobo renegado não sorriu, sua cara era de imensa preocupação.
O capitão da união não respondeu e começou a correr mais rápido, estava tão concentrado que não notou a apreensão do seu algoz. Sem pensar, passou pro diversas áreas e salas, aquela explosão o deixara aflito, quando finalmente chegou próximo a entrada, olhou para trás e não visualizou Carlos, o que deixou aliviado, momentaneamente.
Se aproximou vagarosamente da entrada, pelo menos, ate ouviu gritos, não pensou duas vezes e adentrou velozmente na ponte de comando. Ficou parado, ou melhor, paralisado ao vislumbrar a caótica cena, o ambiente estava todo destruído, corpos espalhados e no meio de tudo estava Michael caído ao chão forrado por um liquido rubro e viscoso.
O restante do seu grupo estava se abrigando atrás de alguns escombros, enquanto trocava tiros com os renegados restantes, que agora não passavam de dez. Contudo só Samara participava do embate, Edgar tentava tratar um ferimento em seu braço e Milene parecia inconsciente.
Dois renegados saíram do ponto de cobertura e avançaram na direção do grupo, cada um de um lado, a pequena moça não era combatente, só tinha noções básicas de combate, não ia conseguir segurar o local por muito tempo.
Foster, ainda em choque pela provável morte do seu amigo, atirou em um dos inimigos que tentava “pincelar” os seus companheiros, o derrubando, tal ação fez com que os outros olhassem para ele, imediatamente o tomaram como alvo.
— Foster! Aqui nos ajude! — gritava a delicada moça em desespero, por tudo aquilo que vivenciara ate o momento.
Capitão se atirou por detrás do primeiro escombro que viu, se protegendo dos tiros, esperou um pouco e sobressaltou na direção de outro entulho, mas não antes, de acertar outro inimigo, estva se aproximando dos seus companheiros.
— Parem com isso! — um imponente grito veio da porta da ponte de comando, era Carlos que acabara de chegar no local. Um dos seus subordinados tentou aproveitar o momento para acertar Samara, contudo levou um tiro de raspão no braço oriundo do próprio Carlos.
— Que vocês pensam que estão fazendo? Ainda procuram mais sangue depois daquela carnificina causado pelos Nêcromos? — demonstrava irritação — Eram para estarmos unidos para enfrentarmos essas feras, além do que todo esse barulho devem ter chamado a atenção deles! – Olhou severamente para Foster e posteriormente para os seus seguidores.
— Mas senhor! Esses desgraçados da União matou muitos dos nossos! — retrucou o soldado renegado que levou tiro de Carlos.
— E isso é desculpa? Agora vocês retrucam, causam mais baixas para o nosso lado, além ...- um som de passos parou o discurso de Carlos.
— Nêcromos! — O venho renegado se jogou procurando proteção, para a última batalha.
Ir para o próximo capítulo de "Nave Fantasma"
Desespero.
Um estrondoso som explosivo fez com que Foster apertasse os seus passos, estava preocupado e inquieto, já era para sua comunicação com a equipe ter voltado, Carlos ainda estava a sua frente, correndo também, o que fez Foster deduzir que ele também não estava conseguindo comunicar.
— Anda seu molenga! Vai perder para um velho? — desta vez o velho lobo renegado não sorriu, sua cara era de imensa preocupação.
O capitão da união não respondeu e começou a correr mais rápido, estava tão concentrado que não notou a apreensão do seu algoz. Sem pensar, passou pro diversas áreas e salas, aquela explosão o deixara aflito, quando finalmente chegou próximo a entrada, olhou para trás e não visualizou Carlos, o que deixou aliviado, momentaneamente.
Se aproximou vagarosamente da entrada, pelo menos, ate ouviu gritos, não pensou duas vezes e adentrou velozmente na ponte de comando. Ficou parado, ou melhor, paralisado ao vislumbrar a caótica cena, o ambiente estava todo destruído, corpos espalhados e no meio de tudo estava Michael caído ao chão forrado por um liquido rubro e viscoso.
O restante do seu grupo estava se abrigando atrás de alguns escombros, enquanto trocava tiros com os renegados restantes, que agora não passavam de dez. Contudo só Samara participava do embate, Edgar tentava tratar um ferimento em seu braço e Milene parecia inconsciente.
Dois renegados saíram do ponto de cobertura e avançaram na direção do grupo, cada um de um lado, a pequena moça não era combatente, só tinha noções básicas de combate, não ia conseguir segurar o local por muito tempo.
Foster, ainda em choque pela provável morte do seu amigo, atirou em um dos inimigos que tentava “pincelar” os seus companheiros, o derrubando, tal ação fez com que os outros olhassem para ele, imediatamente o tomaram como alvo.
— Foster! Aqui nos ajude! — gritava a delicada moça em desespero, por tudo aquilo que vivenciara ate o momento.
Capitão se atirou por detrás do primeiro escombro que viu, se protegendo dos tiros, esperou um pouco e sobressaltou na direção de outro entulho, mas não antes, de acertar outro inimigo, estva se aproximando dos seus companheiros.
— Parem com isso! — um imponente grito veio da porta da ponte de comando, era Carlos que acabara de chegar no local. Um dos seus subordinados tentou aproveitar o momento para acertar Samara, contudo levou um tiro de raspão no braço oriundo do próprio Carlos.
— Que vocês pensam que estão fazendo? Ainda procuram mais sangue depois daquela carnificina causado pelos Nêcromos? — demonstrava irritação — Eram para estarmos unidos para enfrentarmos essas feras, além do que todo esse barulho devem ter chamado a atenção deles! – Olhou severamente para Foster e posteriormente para os seus seguidores.
— Mas senhor! Esses desgraçados da União matou muitos dos nossos! — retrucou o soldado renegado que levou tiro de Carlos.
— E isso é desculpa? Agora vocês retrucam, causam mais baixas para o nosso lado, além ...- um som de passos parou o discurso de Carlos.
— Nêcromos! — O venho renegado se jogou procurando proteção, para a última batalha.
Ir para o próximo capítulo de "Nave Fantasma"
Marcadores:
Lucas Suwgamm,
Nave Fantasma,
semana 22
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
Nave Fantasma [Semana 21]
Autor: Lucas Suwgamm
Explosão.
– Rápido, Precisamos fazer algo! – Yukina apontava desesperada para a projeção holográfica da Aurora a sua frente. Nela demonstrava um grupo azul cercado por um grupo amarelo.
– Foram cercados de novo...– o inexperiente soldado falava desapontado com as ações dos seus companheiros.
A oriental correu na direção da cadeira de comando da Alvorada, repouso suas mãos sobre os baços da poltrona e fechou os olhos, imediatamente o motor da nave voltou a funcionar.
– Pera ai! – Brian rapidamente se dirigiu na direção da moça de cabelos verdes – Para onde estamos indo? Ou melhor o que você pretende fazer? – O jovem já se preparava para sentar na cadeira ao lado do piloto.
– A nave dos renegados está indo para a ponte de comando – Falava sem perder a concentração no que estava fazendo – e provavelmente estão se preparando para ir embora, junto com os nossos companheiros, por isso vou destruir a única forma de fuga deles.
– Mas isso é perigoso!! – Brian olhou assustado para a Yukina – a Nave deles é maior e provavelmente com maior poder de fogo! – se preparava para levantar e impedir a suposta loucura de sua companheira.
– Pode ficar sentando ai! – ao terminar de falar, o cinto da cadeira que o jovem se encontrava sentado moveu-se sozinho, predendo o Brian na cadeira. – temos o fator surpresa ao nosso lado!
– Me tira daqui!!- Brian se contorcia todo – Surpresa? Eles devem ter localizado essa nave, mesmo ela estando invisível!
Yukina ignorou as advertências do seu amigo, que provavelmente estava certo, e se aproximou rapidamente da nave inimiga, a mesma começou a atirar na direção da Alvorada, essa por sua vez, saiu do modo invisível, se revelando totalmente pro inimigo.
Os tiros passavam muito perto da Alvorada, entretanto em atingir, pois a pilota da União mostrava toda a sua maestria que a deixou rapidamente conhecida no exercito da união.
– Atira! Não fica só desviando! – Brian se desesperava a cada feixe de luz que passava perto do casco da Alvorada.
– Se quiser atirar, atire, liberei o controle das armas secundarias para você. – Era incrível como a Yukina matinha a calma e concentração enquanto pilotava.
A alvorada começou a atirar com os seus canhões secundários , fazendo com que a nave inimiga se movesse mais depressa, mas continuou o seu curso em direção da Aurora.
– Isso, continue enfraquecendo os escudos deles! – Yukina passava confiança para Brian.
– Quando você disparará o canhão principal? – o jovem loiro tinha dificuldades de falar e se focar nas informações que apareciam em sua retina.
– Quando for a hora e não perca o foco – disse ao perceber que os tiros diminuíra a sua intensidade e precisão.
Logo após, uma esfera de luz verde como a se acumular na frente da Alvorada a nave renegada ao perceber o que estava por vir tentou mudar o curso, mas foi em vão. A nave da união se aproximou rapidamente e disparou o canhão principal, causando um grande estrago na nave inimiga e também na sala de comando da Aurora, que estava próximo a batalha.
Ir para o próximo capítulo de "Nave Fantasma"
Explosão.
– Rápido, Precisamos fazer algo! – Yukina apontava desesperada para a projeção holográfica da Aurora a sua frente. Nela demonstrava um grupo azul cercado por um grupo amarelo.
– Foram cercados de novo...– o inexperiente soldado falava desapontado com as ações dos seus companheiros.
A oriental correu na direção da cadeira de comando da Alvorada, repouso suas mãos sobre os baços da poltrona e fechou os olhos, imediatamente o motor da nave voltou a funcionar.
– Pera ai! – Brian rapidamente se dirigiu na direção da moça de cabelos verdes – Para onde estamos indo? Ou melhor o que você pretende fazer? – O jovem já se preparava para sentar na cadeira ao lado do piloto.
– A nave dos renegados está indo para a ponte de comando – Falava sem perder a concentração no que estava fazendo – e provavelmente estão se preparando para ir embora, junto com os nossos companheiros, por isso vou destruir a única forma de fuga deles.
– Mas isso é perigoso!! – Brian olhou assustado para a Yukina – a Nave deles é maior e provavelmente com maior poder de fogo! – se preparava para levantar e impedir a suposta loucura de sua companheira.
– Pode ficar sentando ai! – ao terminar de falar, o cinto da cadeira que o jovem se encontrava sentado moveu-se sozinho, predendo o Brian na cadeira. – temos o fator surpresa ao nosso lado!
– Me tira daqui!!- Brian se contorcia todo – Surpresa? Eles devem ter localizado essa nave, mesmo ela estando invisível!
Yukina ignorou as advertências do seu amigo, que provavelmente estava certo, e se aproximou rapidamente da nave inimiga, a mesma começou a atirar na direção da Alvorada, essa por sua vez, saiu do modo invisível, se revelando totalmente pro inimigo.
Os tiros passavam muito perto da Alvorada, entretanto em atingir, pois a pilota da União mostrava toda a sua maestria que a deixou rapidamente conhecida no exercito da união.
– Atira! Não fica só desviando! – Brian se desesperava a cada feixe de luz que passava perto do casco da Alvorada.
– Se quiser atirar, atire, liberei o controle das armas secundarias para você. – Era incrível como a Yukina matinha a calma e concentração enquanto pilotava.
A alvorada começou a atirar com os seus canhões secundários , fazendo com que a nave inimiga se movesse mais depressa, mas continuou o seu curso em direção da Aurora.
– Isso, continue enfraquecendo os escudos deles! – Yukina passava confiança para Brian.
– Quando você disparará o canhão principal? – o jovem loiro tinha dificuldades de falar e se focar nas informações que apareciam em sua retina.
– Quando for a hora e não perca o foco – disse ao perceber que os tiros diminuíra a sua intensidade e precisão.
Logo após, uma esfera de luz verde como a se acumular na frente da Alvorada a nave renegada ao perceber o que estava por vir tentou mudar o curso, mas foi em vão. A nave da união se aproximou rapidamente e disparou o canhão principal, causando um grande estrago na nave inimiga e também na sala de comando da Aurora, que estava próximo a batalha.
Ir para o próximo capítulo de "Nave Fantasma"
Marcadores:
Lucas Suwgamm,
Nave Fantasma,
semana 21
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
Nave Fantasma [Semana 20]
Autor: Lucas Suwgamm
Ponte de Comando.
—Vamos!! Seus molengas! Aqueles ratos dos renegados, já devem estar nos esperando na ponte de comando!
—Esbravejava Michael tentando animar seus companheiros.
—Vamos Edgar, não tem vergonha de ficar para trás de alguém gordo? —A jovem, moça cochichou par aos eu companheiro.
— Quem você está chamando de gordo? — Michael bufava – E trate logo de descriptografar os dados que você pegou naquela sala misteriosa, pois explodimos ela e não vamos ter outra chance de pegá-los.
- Si..sim senhor! —Se não fosse por Milene, Samara tinha caído ao bater continência enquanto corria.
Os passos começaram a diminuir o ritmo, pois se aproximavam do seu objetivo final, a sala de comando. Milene foi na frente, fez uma ligeira força e abriu a porta da ponte, seus olhos não viam sinais dos inimigos e nem seus sensores de movimento acusavam algo, no entanto, na emboscada de outrora também não.
Levantou o seu braço esquerdo, com os dedos indicadores e do meio desdobrados, fez um movimento com eles, de como se tivesse chamando alguém e imediatamente Edgar entrou na sala, vagarosamente. A moça ruiva abriu os 5 dedos, deixando a palma da mão estendida e o jovem de cabelos negros respondeu parando o seu movimento.
A giganta olhou para o preguiço, apontou com a cabeça para frente enquanto deu uma piscada, o homem de traje negro atirou na direção que a mulher apontou e um corpo foi ao chão, outros dois renegados desligaram a camuflagem. Milene correu agilmente na direção deles, matou o primeiro com uma de suas lâminas, mas percebendo que havia algo de estranho parou o movimento ao tentar matar o segundo e olhou em direção a porta.
Sua expressão ficou seria, pois viu que Samara e Michael haviam sido pegos pelo inimigo, eles estavam esperando pelo lado de fora dessa vez e os poucos que estavam na ponte de comando eram só um chamariz.
— Rendam-se ou estes dois morrem – disse um dos renegados apontando a arma para a cabeça de Samara.
— Seus tolos, como vocês deixaram serem pegos tão facilmente...- Milene falou tristemente, pois se culpava por ter caído em uma estratégia tão simplória.
O Renegado que ela quase abateu, lhe deu uma joelhada em seu estômago, fazendo com que a Milene se curvasse. Depois aplicou um soco em seu rosto e a grande mulher desabou no chão.
— Fique de joelhos mulher! E ponha as mãos atrás da cabeça! – O homem que a derrubou vangloriava do seu feito.
— E você também... Atirador – Falou apontando o dedo para Edgar.
Edgar se dirigiu para onde estava Milene e se ajoelhou ao lado dela, no mesmo instante que os outros dois se aproximavam deles, com as armas apontada para suas cabeças.
— Não tentem nenhuma gracinha seus moribundos da União – Disse o renegado que a pouco tempo tinha rendido a Samara – O nosso capitão decidirá o destino de vocês quando ele chegar.
Ir para o próximo capítulo de "Nave Fantasma"
Ponte de Comando.
—Vamos!! Seus molengas! Aqueles ratos dos renegados, já devem estar nos esperando na ponte de comando!
—Esbravejava Michael tentando animar seus companheiros.
—Vamos Edgar, não tem vergonha de ficar para trás de alguém gordo? —A jovem, moça cochichou par aos eu companheiro.
— Quem você está chamando de gordo? — Michael bufava – E trate logo de descriptografar os dados que você pegou naquela sala misteriosa, pois explodimos ela e não vamos ter outra chance de pegá-los.
- Si..sim senhor! —Se não fosse por Milene, Samara tinha caído ao bater continência enquanto corria.
Os passos começaram a diminuir o ritmo, pois se aproximavam do seu objetivo final, a sala de comando. Milene foi na frente, fez uma ligeira força e abriu a porta da ponte, seus olhos não viam sinais dos inimigos e nem seus sensores de movimento acusavam algo, no entanto, na emboscada de outrora também não.
Levantou o seu braço esquerdo, com os dedos indicadores e do meio desdobrados, fez um movimento com eles, de como se tivesse chamando alguém e imediatamente Edgar entrou na sala, vagarosamente. A moça ruiva abriu os 5 dedos, deixando a palma da mão estendida e o jovem de cabelos negros respondeu parando o seu movimento.
A giganta olhou para o preguiço, apontou com a cabeça para frente enquanto deu uma piscada, o homem de traje negro atirou na direção que a mulher apontou e um corpo foi ao chão, outros dois renegados desligaram a camuflagem. Milene correu agilmente na direção deles, matou o primeiro com uma de suas lâminas, mas percebendo que havia algo de estranho parou o movimento ao tentar matar o segundo e olhou em direção a porta.
Sua expressão ficou seria, pois viu que Samara e Michael haviam sido pegos pelo inimigo, eles estavam esperando pelo lado de fora dessa vez e os poucos que estavam na ponte de comando eram só um chamariz.
— Rendam-se ou estes dois morrem – disse um dos renegados apontando a arma para a cabeça de Samara.
— Seus tolos, como vocês deixaram serem pegos tão facilmente...- Milene falou tristemente, pois se culpava por ter caído em uma estratégia tão simplória.
O Renegado que ela quase abateu, lhe deu uma joelhada em seu estômago, fazendo com que a Milene se curvasse. Depois aplicou um soco em seu rosto e a grande mulher desabou no chão.
— Fique de joelhos mulher! E ponha as mãos atrás da cabeça! – O homem que a derrubou vangloriava do seu feito.
— E você também... Atirador – Falou apontando o dedo para Edgar.
Edgar se dirigiu para onde estava Milene e se ajoelhou ao lado dela, no mesmo instante que os outros dois se aproximavam deles, com as armas apontada para suas cabeças.
— Não tentem nenhuma gracinha seus moribundos da União – Disse o renegado que a pouco tempo tinha rendido a Samara – O nosso capitão decidirá o destino de vocês quando ele chegar.
Ir para o próximo capítulo de "Nave Fantasma"
Marcadores:
Lucas Suwgamm,
Nave Fantasma,
semana 20
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
Nave Fantasma [Semana 19]
Autor: Lucas Suwgamm
- Sem capítulo esta semana -
- Sem capítulo esta semana -
Marcadores:
Lucas Suwgamm,
Nave Fantasma,
semana 19
sexta-feira, 25 de julho de 2014
Nave Fantasma [Semana 18]
Autor: Lucas Suwgamm
Tubos.
Já fazia alguns instantes que o sujeito de trajes negros estava parado de frente a entrada de uma sala penumbrada, seus companheiros já estavam muito a frente dele quando perceberam sua ausência. Voltaram por todo caminho percorrido, preocupados, pois não sabiam o que havia acontecido com o seu colega.
Alguns metros para trás, no corredor, encontraram a estátua de Edgar, com olhar fixo para uma câmara, escura, por um breve momento ficaram confusos com tal atitude, chamaram o seu nome, mas ó mesmo não respondia e aos poucos, Samara tomou a dianteira do grupo e foi se aproximando de Edgar, quando chegou perto soltou um grito, ao visualizar a sala.
Milene rapidamente correu na direção da companheira, seguida pela corrida desajeitada de Michael.
— O que houve?! — Exclamou a gigante para a menor.
— O...Olh.... — a moça miúda estava apavorada não conseguia falar, no entanto conseguiu apontar o dedo para a sala negra.
Seus outros dois companheiros miraram sala adentro e imediatamente fizeram caretas de espanto, pois avistaram não uma sala, mas um salão, cheio de tubos enormes que continham silhuetas familiares para eles.
— Nêcromos?! — Os olhos redondos de Michael se arregalaram.
Edgar finalmente se mexeu e correu para dentro do salão, ao entrar, as fileiras separadas de luzes foram acedendo, uma por uma.
— Mas o que é isso? — Indagou o ser de cavanhaque delimitado, ao confirmar que eram realmente Nêcromos dentro dos tubos gigantes, quando o último conjunto de luzes ascendeu.
— Um laboratório cheio de Nêcromos?! — Disse o homem loiro ao se aproximar do moreno – Em uma nave da União?
— Estão produzindo essas criaturas? — A enorme ruiva perguntou a Michael.
— Quem está produzindo eles Milene? — o rechonchudo virou-se para Milene.
— Quem mais? Os Renegados! — Milene apontou aleatoriamente para uma direção. — Agora está tudo claro, quando entramos dentro dessa nave, devemos ter acionado um alarme, momentos depois uma nave Renegada veio aqui para matar os intrusos, que violaram o laboratório secreto deles!- Milene agora pontava para os tubos na sua frente.
— Não sei...eles pareciam tão surpresos quanto a gente, quando …. isto atacou todo mundo – Samara interrompeu as deduções de Milene.
— O governo deles não deve ter informado isso para eles. — Milene ficou um pouco emburrada após a constatação de sua amiga — De qualquer modo, vamos destruir todo esse laboratório, antes que mais saim de dentro destes tubos.
— Ainda não – Interrompeu Michael – Samara tem um computador enorme ali, invada ele e tenta descobrir algo.
— Que coisa inútil — a musculosa mulher murmurou para o homem de grande cabelo negro.
— Enquanto isso Milene e Edgar vão cuidando dos preparativos para a destruição desse local – Michael olhou severamente para Milene.
Os três começaram a se mover, cada uma para fazer as suas respectivas tarefas ordenadas, enquanto isso Micahel tentava achar alguma resposta para isso, ninguém sabia como e o porque os Nêcromos foram criados. Esse laboratório era um achado único, poderia ter algumas respostas para tais perguntas, no entanto ele também tinha receio delas, afinal essa era uma antiga nave da União.
Ir para o próximo capítulo de "Nave Fantasma"
Tubos.
Já fazia alguns instantes que o sujeito de trajes negros estava parado de frente a entrada de uma sala penumbrada, seus companheiros já estavam muito a frente dele quando perceberam sua ausência. Voltaram por todo caminho percorrido, preocupados, pois não sabiam o que havia acontecido com o seu colega.
Alguns metros para trás, no corredor, encontraram a estátua de Edgar, com olhar fixo para uma câmara, escura, por um breve momento ficaram confusos com tal atitude, chamaram o seu nome, mas ó mesmo não respondia e aos poucos, Samara tomou a dianteira do grupo e foi se aproximando de Edgar, quando chegou perto soltou um grito, ao visualizar a sala.
Milene rapidamente correu na direção da companheira, seguida pela corrida desajeitada de Michael.
— O que houve?! — Exclamou a gigante para a menor.
— O...Olh.... — a moça miúda estava apavorada não conseguia falar, no entanto conseguiu apontar o dedo para a sala negra.
Seus outros dois companheiros miraram sala adentro e imediatamente fizeram caretas de espanto, pois avistaram não uma sala, mas um salão, cheio de tubos enormes que continham silhuetas familiares para eles.
— Nêcromos?! — Os olhos redondos de Michael se arregalaram.
Edgar finalmente se mexeu e correu para dentro do salão, ao entrar, as fileiras separadas de luzes foram acedendo, uma por uma.
— Mas o que é isso? — Indagou o ser de cavanhaque delimitado, ao confirmar que eram realmente Nêcromos dentro dos tubos gigantes, quando o último conjunto de luzes ascendeu.
— Um laboratório cheio de Nêcromos?! — Disse o homem loiro ao se aproximar do moreno – Em uma nave da União?
— Estão produzindo essas criaturas? — A enorme ruiva perguntou a Michael.
— Quem está produzindo eles Milene? — o rechonchudo virou-se para Milene.
— Quem mais? Os Renegados! — Milene apontou aleatoriamente para uma direção. — Agora está tudo claro, quando entramos dentro dessa nave, devemos ter acionado um alarme, momentos depois uma nave Renegada veio aqui para matar os intrusos, que violaram o laboratório secreto deles!- Milene agora pontava para os tubos na sua frente.
— Não sei...eles pareciam tão surpresos quanto a gente, quando …. isto atacou todo mundo – Samara interrompeu as deduções de Milene.
— O governo deles não deve ter informado isso para eles. — Milene ficou um pouco emburrada após a constatação de sua amiga — De qualquer modo, vamos destruir todo esse laboratório, antes que mais saim de dentro destes tubos.
— Ainda não – Interrompeu Michael – Samara tem um computador enorme ali, invada ele e tenta descobrir algo.
— Que coisa inútil — a musculosa mulher murmurou para o homem de grande cabelo negro.
— Enquanto isso Milene e Edgar vão cuidando dos preparativos para a destruição desse local – Michael olhou severamente para Milene.
Os três começaram a se mover, cada uma para fazer as suas respectivas tarefas ordenadas, enquanto isso Micahel tentava achar alguma resposta para isso, ninguém sabia como e o porque os Nêcromos foram criados. Esse laboratório era um achado único, poderia ter algumas respostas para tais perguntas, no entanto ele também tinha receio delas, afinal essa era uma antiga nave da União.
Ir para o próximo capítulo de "Nave Fantasma"
Marcadores:
Lucas Suwgamm,
Nave Fantasma,
semana 18
sexta-feira, 18 de julho de 2014
Nave Fantasma [Semana 17]
Autor: Lucas Suwgamm
Por um fio.
A duvida dominava Foster, não acreditava nas novas informações recebidas do seu inimigo, no entanto, ele sempre estranhou os aspectos dessa missão e não poderia ignorar o fato dessa nave ser da mesma época e classe da Aurora 3, pouco a pouco Foster tentava compilar todas as informações históricas que ele conhecia desta fadiga nave.
Há mais de 100 anos, ela fazia parte da frota estrelar que partiu em direção ao sistema estelar Icarus, com o objetivo de conciliação com as colônias rebeldes, que queria sua independência do recém-formado Governo da União Terrana, ou seja, somente era uma missão pacifica.
Contudo algo deu extremamente errado aquele dia. Seguindo o protocolo exigido pelas colônias, somente a Aurora 3 pode seguir rumo ao planeta Nova Midgard, pois transportava todo o comitê que participaria dessa missão diplomática.
No entanto, quando estava se aproximando de uma das luas deste planeta, foi totalmente destruída por um repulsivo ataque surpresa das colônias rebeldes, que futuramente formariam o governo dos Renegados.
O restante da tropa, percebendo a situação começou a revidar, mas já era tarde, estavam cercados e foram rapidamente destruídos, o Marechal Edward conseguiu escapar com a sua nave junto com algumas outras menores, fazendo uma dobra arriscada de último momento.
Essa era a história que Foster e todos só outros sabiam e viram nas filmagens documentadas na época. Não fazia sentido o que aquele homem na sua frente dissera há instantes atrás, Aurora 3 foi totalmente destruída pelos renegados e como aquele sujeito ousava dizer que essa nave inteira era a Aurora 3.
O capitão queria muito se comunicar com a Yukina, não só para tranquilizar ela, mas pedir a ela sobrevoasse a nave, com a Alvorada, para procurar mais uma vez o nome dela. Entretanto, amaldiçoou o mal funcionamento dos comunicadores. E quando olhou para cima, com o intuito de resmungar algo, seu corpo foi violentamente arremessado para trás, por Carlos. Foster só conseguiu visualizar a lâmina de um Nêcroneo passando a centímetros do seu pescoço.
O Velho renegado, mostrando uma agilidade além da sua idade, no mesmo momento que empurrou Foster, atirou na cabeça do Nêcroneo, eliminando o primeiro inimigo.
Apesar da força aplicada pelo Carlos, o soldado da união conseguiu permanecer de pé, com isso teve tempo de girar o seu tronco e atirar no inimigo que se encontrava a um metro na sua esquerda.
Outras três criaturas se aproximavam dos dois, no entanto, não estavam tão perto quanto as outras duas anteriores e foram rapidamente eliminadas coma alguns disparos da dupla.
— Sua mula espacial! Onde estava com a cabeça? — Carlos olhava seriamente para Foster – Não posso vigiar a minha frente, minha retaguarda e você ao mesmo tempo. — Socou o estômago do capitão e virou as costas para ele.
Foster ficou de joelho, mas dessa vez não teve raiva de Carlos, sabia que tinha colocado a vida dos dois em perigo e ele tinha o salvado mesmo assim além do mais, já estava acostumado a sempre “perder” para o Carlos.
Ir para o próximo capítulo de "Nave Fantasma"
Por um fio.
A duvida dominava Foster, não acreditava nas novas informações recebidas do seu inimigo, no entanto, ele sempre estranhou os aspectos dessa missão e não poderia ignorar o fato dessa nave ser da mesma época e classe da Aurora 3, pouco a pouco Foster tentava compilar todas as informações históricas que ele conhecia desta fadiga nave.
Há mais de 100 anos, ela fazia parte da frota estrelar que partiu em direção ao sistema estelar Icarus, com o objetivo de conciliação com as colônias rebeldes, que queria sua independência do recém-formado Governo da União Terrana, ou seja, somente era uma missão pacifica.
Contudo algo deu extremamente errado aquele dia. Seguindo o protocolo exigido pelas colônias, somente a Aurora 3 pode seguir rumo ao planeta Nova Midgard, pois transportava todo o comitê que participaria dessa missão diplomática.
No entanto, quando estava se aproximando de uma das luas deste planeta, foi totalmente destruída por um repulsivo ataque surpresa das colônias rebeldes, que futuramente formariam o governo dos Renegados.
O restante da tropa, percebendo a situação começou a revidar, mas já era tarde, estavam cercados e foram rapidamente destruídos, o Marechal Edward conseguiu escapar com a sua nave junto com algumas outras menores, fazendo uma dobra arriscada de último momento.
Essa era a história que Foster e todos só outros sabiam e viram nas filmagens documentadas na época. Não fazia sentido o que aquele homem na sua frente dissera há instantes atrás, Aurora 3 foi totalmente destruída pelos renegados e como aquele sujeito ousava dizer que essa nave inteira era a Aurora 3.
O capitão queria muito se comunicar com a Yukina, não só para tranquilizar ela, mas pedir a ela sobrevoasse a nave, com a Alvorada, para procurar mais uma vez o nome dela. Entretanto, amaldiçoou o mal funcionamento dos comunicadores. E quando olhou para cima, com o intuito de resmungar algo, seu corpo foi violentamente arremessado para trás, por Carlos. Foster só conseguiu visualizar a lâmina de um Nêcroneo passando a centímetros do seu pescoço.
O Velho renegado, mostrando uma agilidade além da sua idade, no mesmo momento que empurrou Foster, atirou na cabeça do Nêcroneo, eliminando o primeiro inimigo.
Apesar da força aplicada pelo Carlos, o soldado da união conseguiu permanecer de pé, com isso teve tempo de girar o seu tronco e atirar no inimigo que se encontrava a um metro na sua esquerda.
Outras três criaturas se aproximavam dos dois, no entanto, não estavam tão perto quanto as outras duas anteriores e foram rapidamente eliminadas coma alguns disparos da dupla.
— Sua mula espacial! Onde estava com a cabeça? — Carlos olhava seriamente para Foster – Não posso vigiar a minha frente, minha retaguarda e você ao mesmo tempo. — Socou o estômago do capitão e virou as costas para ele.
Foster ficou de joelho, mas dessa vez não teve raiva de Carlos, sabia que tinha colocado a vida dos dois em perigo e ele tinha o salvado mesmo assim além do mais, já estava acostumado a sempre “perder” para o Carlos.
Ir para o próximo capítulo de "Nave Fantasma"
Marcadores:
Lucas Suwgamm,
Nave Fantasma,
semana 17
quinta-feira, 10 de julho de 2014
Nave Fantasma [Semana 16]
Autor: Lucas Suwgamm
- Sem capítulo esta semana -
- Sem capítulo esta semana -
Marcadores:
Lucas Suwgamm,
Nave Fantasma,
semana 16
sexta-feira, 4 de julho de 2014
Nave Fantasma [Semana 15]
Autor: Lucas Suwgamm
Aurora 3.
Algumas horas passaram, desde a queda de Carlos e Foster e os dois continuavam a andar, pelo compartimento mais baixo da nave.Não haviam se falado desde do último incidente, o experiente renegado ia na frente e não parava por um segundo e nem olhava para Foster, que vinha atrás, mantendo uma certa distancia.
O capitão da união estava inquieto e perdido em suas reflexões, não deixava de pensar sobre a “verdade” que aquele sujeito mencionara, entretanto evitava diálogos com o mesmo, ele realmente não gostava dessa companhia forçada.
— Não vai perguntar? — Carlos continuava a andar nem ao menos olhou para trás.
A pergunta do velho lobo do espaço pegou Foster desprevenido, o abalou internamente, não conseguia entender como ele sabia o que se passava na sua cabeça – Perguntar o que? — respondeu de forma calma, tentando esconder sua surpresa.
— Ora, ora, vai querer fazer joguinhos? Tudo bem. — Foster já podia imaginar o sorriso que ele tanto odiava na cara do renegado, após essa frase.
— O que essa nave supostamente esconde? — O capitão da união, se sentia novamente derrotado.
— Você qual o nome dessa nave? — parou para tentar abrir uma porta a sua frente. — Ou nem isso o Governo da União te falou?
— Não sei e eles também não sabem, esse é um dos motivos da minha missão. — Foster postou-se ao lado de Carlos e começava a examinar o painel de números da fechadura a sua frente.
— Huahuahua – Colocou a mão na testa enquanto balançava em negação – E você caiu que nem patinho nesse conto!
Foster ficou calado, tirou a tampa do painel de números e começou a mexer internamente na tranca, contudo, estava com raiva por não poder fazer nada contra esse sujeito, por enquanto, ou era isso que ele pensava.
— Muito bem, vou lhe dizer. — olhou com os cantos dos olhos para Foster — Essa é Aurora 3! Contemple-a garoto!
O homem de cabelo preto e curto parou os seus afazeres imediatamente – Mas ela foi destruída na batalha de Horus, exatamente por uma ataque traiçoeiro de vocês! – colocou o seu dedo indicador na cara de Carlos.
— E como uma nave que foi destruída por um suposto “ataque traiçoeiro”, aparece intacta depois de vários anos? — O renegado observava com atenção as reações de Foster.
— Simples, você está mentindo, tentando me enganar. — O capitão voltava a se concentrar em destrancar a porta, pensava que assim esqueceria essa besteira que Carlos falava.
— O que eu ganharia te enganando? Acreditando em mim ou não, sua vontade de me matar vai continuar a mesma.— coçava a sua barba.
Foster não tinha resposta para isso e temia que essa nave fosse realmente a Aurora 3, afinal por um ataque a ela que a União terrena começou uma guerra contra as colônias renegadas, mas acima disso, temia mais ainda esse sujeito, conseguia prever todos os seus pensamentos e sentimentos, sabia que tinha que fazer algo em relação a isso, antes que ele entre no jogo de Carlos, isso é, se já não entrou.
Ir para o próximo capítulo de "Nave Fantasma"
Aurora 3.
Algumas horas passaram, desde a queda de Carlos e Foster e os dois continuavam a andar, pelo compartimento mais baixo da nave.Não haviam se falado desde do último incidente, o experiente renegado ia na frente e não parava por um segundo e nem olhava para Foster, que vinha atrás, mantendo uma certa distancia.
O capitão da união estava inquieto e perdido em suas reflexões, não deixava de pensar sobre a “verdade” que aquele sujeito mencionara, entretanto evitava diálogos com o mesmo, ele realmente não gostava dessa companhia forçada.
— Não vai perguntar? — Carlos continuava a andar nem ao menos olhou para trás.
A pergunta do velho lobo do espaço pegou Foster desprevenido, o abalou internamente, não conseguia entender como ele sabia o que se passava na sua cabeça – Perguntar o que? — respondeu de forma calma, tentando esconder sua surpresa.
— Ora, ora, vai querer fazer joguinhos? Tudo bem. — Foster já podia imaginar o sorriso que ele tanto odiava na cara do renegado, após essa frase.
— O que essa nave supostamente esconde? — O capitão da união, se sentia novamente derrotado.
— Você qual o nome dessa nave? — parou para tentar abrir uma porta a sua frente. — Ou nem isso o Governo da União te falou?
— Não sei e eles também não sabem, esse é um dos motivos da minha missão. — Foster postou-se ao lado de Carlos e começava a examinar o painel de números da fechadura a sua frente.
— Huahuahua – Colocou a mão na testa enquanto balançava em negação – E você caiu que nem patinho nesse conto!
Foster ficou calado, tirou a tampa do painel de números e começou a mexer internamente na tranca, contudo, estava com raiva por não poder fazer nada contra esse sujeito, por enquanto, ou era isso que ele pensava.
— Muito bem, vou lhe dizer. — olhou com os cantos dos olhos para Foster — Essa é Aurora 3! Contemple-a garoto!
O homem de cabelo preto e curto parou os seus afazeres imediatamente – Mas ela foi destruída na batalha de Horus, exatamente por uma ataque traiçoeiro de vocês! – colocou o seu dedo indicador na cara de Carlos.
— E como uma nave que foi destruída por um suposto “ataque traiçoeiro”, aparece intacta depois de vários anos? — O renegado observava com atenção as reações de Foster.
— Simples, você está mentindo, tentando me enganar. — O capitão voltava a se concentrar em destrancar a porta, pensava que assim esqueceria essa besteira que Carlos falava.
— O que eu ganharia te enganando? Acreditando em mim ou não, sua vontade de me matar vai continuar a mesma.— coçava a sua barba.
Foster não tinha resposta para isso e temia que essa nave fosse realmente a Aurora 3, afinal por um ataque a ela que a União terrena começou uma guerra contra as colônias renegadas, mas acima disso, temia mais ainda esse sujeito, conseguia prever todos os seus pensamentos e sentimentos, sabia que tinha que fazer algo em relação a isso, antes que ele entre no jogo de Carlos, isso é, se já não entrou.
Ir para o próximo capítulo de "Nave Fantasma"
Marcadores:
Lucas Suwgamm,
Nave Fantasma,
semana 15
sexta-feira, 27 de junho de 2014
Nave Fantasma [Semana 14]
Autor: Lucas Suwgamm
Descanso.
Passos apressados ecoavam pelos corredores e junto com respirações ofegantes compunham a trilha do ambiente; o homem rechonchudo comandava a fila, demostrando uma habilidade além da sua aparência física, era seguido pelas duas mulheres, logo atrás vinha o homem de cabelo preto, sempre olhando para todos os lados.
— Certeza que não estamos perdido? — Indagou a moça menor.
— Tenho!- O homem de pele clara e rosto redondo olhou para trás – Decorei quase toda a planta dessa nave.
— PAREM!!! — Gritou Edgar e parando a sua corrida logo em seguida. Imediatamente todos fizeram o mesmo e colocaram-se em posição de alerta, afinal os eu companheiro não era de extravasar desse jeito.
— O que foi?! Ouviu algo? — Michael já esperava o pior.
— Não, só queria descansar um pouco, estamos correndo faz horas – Encostou na parede mais próxima e suspirou.
— O que? — É agora que eu te mato! — O loiro avançou em direção do moreno cabeludo, no entanto, Milene segurou seu braço.
— Sem precipitações Michael! Apesar de eu querer fazer isso também com esse folgado, entendo que isso pode ser bom, afinal não paramos desde que Foster...
— Não morreu! — Samara interrompeu a fala da mulher gigante, quase em pranto.
— Não ia dizer isso Samara...— Milene Passou a mão na cabeça da delicada moça, mostrando um certo afeto por ela – No entanto, não podemos fugir desse assunto para sempre – deu uma olhada maldosa para Michael.
— Não estava fugindo do fato de não termos mais... ele – Olhou para o lado, desviando do olhar da moça – Só estava fazendo a gente chegar na sala de controle antes dos renegados. Afinal, essa era a nossa missão.
— Está errado....ISSO TUDO ESTÀ ERRADO! — O grito de Samara fez com que todos olhassem para ela – Não devíamos ter fugido de lá, mas sim descido para ajudá-lo. — já não conseguia esconder suas lágrimas de preocupação.
— Não se preocupe, já passamos pro situação piores antes de você se juntar conosco, principalmente o Foster … ele está bem. — Michael passou as mãos nas costas de Samara tentando consolar a pobre moça.
— Mas aquele homem está com ele... — Samara imaginava o pior e isso a preocupava muito, afinal Foster era o seu ídolo, o real motivo dela ter entrado na academia e ter escolhido essa tripulação. E se arrependia de não ter contado isso para ele ainda.
— Ele não parece ser grande coisa, Foster já deve ter dado um jeito nele – Milene estava confiante em suas palavras.
— Qu...qual..qual.. os próximos passos, chefe? – Samara tentava se acalmar, afinal, ela estava em uma missão, não poderia perder a calma dessa maneira – Vamos logo para o nosso objetivo, afinal, nosso comandante deve estar indo para lá. —Forçou um sorriso simpático, para tentar demonstrar que estava tudo bem.
— Vamos descansar um pouco. — Michael olhou torto para Edgar, mas esse estava no seu próprio mundo e não prestava atenção em seus companheiros. - Depois nos cortinaremos a nossa jornada, com cuidado...Vamos tentar evitar novos perigos.- Sua mente estava tentando entender o porquê de haver Nêcroneos na nave.
Ir para o próximo capítulo de "Nave Fantasma"
Descanso.
Passos apressados ecoavam pelos corredores e junto com respirações ofegantes compunham a trilha do ambiente; o homem rechonchudo comandava a fila, demostrando uma habilidade além da sua aparência física, era seguido pelas duas mulheres, logo atrás vinha o homem de cabelo preto, sempre olhando para todos os lados.
— Certeza que não estamos perdido? — Indagou a moça menor.
— Tenho!- O homem de pele clara e rosto redondo olhou para trás – Decorei quase toda a planta dessa nave.
— PAREM!!! — Gritou Edgar e parando a sua corrida logo em seguida. Imediatamente todos fizeram o mesmo e colocaram-se em posição de alerta, afinal os eu companheiro não era de extravasar desse jeito.
— O que foi?! Ouviu algo? — Michael já esperava o pior.
— Não, só queria descansar um pouco, estamos correndo faz horas – Encostou na parede mais próxima e suspirou.
— O que? — É agora que eu te mato! — O loiro avançou em direção do moreno cabeludo, no entanto, Milene segurou seu braço.
— Sem precipitações Michael! Apesar de eu querer fazer isso também com esse folgado, entendo que isso pode ser bom, afinal não paramos desde que Foster...
— Não morreu! — Samara interrompeu a fala da mulher gigante, quase em pranto.
— Não ia dizer isso Samara...— Milene Passou a mão na cabeça da delicada moça, mostrando um certo afeto por ela – No entanto, não podemos fugir desse assunto para sempre – deu uma olhada maldosa para Michael.
— Não estava fugindo do fato de não termos mais... ele – Olhou para o lado, desviando do olhar da moça – Só estava fazendo a gente chegar na sala de controle antes dos renegados. Afinal, essa era a nossa missão.
— Está errado....ISSO TUDO ESTÀ ERRADO! — O grito de Samara fez com que todos olhassem para ela – Não devíamos ter fugido de lá, mas sim descido para ajudá-lo. — já não conseguia esconder suas lágrimas de preocupação.
— Não se preocupe, já passamos pro situação piores antes de você se juntar conosco, principalmente o Foster … ele está bem. — Michael passou as mãos nas costas de Samara tentando consolar a pobre moça.
— Mas aquele homem está com ele... — Samara imaginava o pior e isso a preocupava muito, afinal Foster era o seu ídolo, o real motivo dela ter entrado na academia e ter escolhido essa tripulação. E se arrependia de não ter contado isso para ele ainda.
— Ele não parece ser grande coisa, Foster já deve ter dado um jeito nele – Milene estava confiante em suas palavras.
— Qu...qual..qual.. os próximos passos, chefe? – Samara tentava se acalmar, afinal, ela estava em uma missão, não poderia perder a calma dessa maneira – Vamos logo para o nosso objetivo, afinal, nosso comandante deve estar indo para lá. —Forçou um sorriso simpático, para tentar demonstrar que estava tudo bem.
— Vamos descansar um pouco. — Michael olhou torto para Edgar, mas esse estava no seu próprio mundo e não prestava atenção em seus companheiros. - Depois nos cortinaremos a nossa jornada, com cuidado...Vamos tentar evitar novos perigos.- Sua mente estava tentando entender o porquê de haver Nêcroneos na nave.
Ir para o próximo capítulo de "Nave Fantasma"
Marcadores:
Lucas Suwgamm,
Nave Fantasma,
semana 14
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Nave Fantasma [Semana 13]
Autor: Lucas Suwgamm
Verdade e Desafio.
— Yukina...— Incontinentemente Foster chamava sua mada, enquanto seu traje terminava de curar seus ferimentos causado pela grande queda.Seus sentidos voltavam, assim como uma imensa dor de cabeça, que o fez abrir vagarosamente os seus olhos, entretanto, não conseguia enxergar nada.
— Urrgh.. — a dor de cabeça amenizava enquanto sua visão voltava aos poucos, o suficiente para ver um borrão a sua frente, que tinha o contorno de uma pessoa. Conforme O mesmo se aproximava, a mancha tomava formas.
— Parece que você recobrou a consciência. — disse o borrão, aproximando o seu rosto ao de Foster.
— Quem? — Sua visão acabará de voltar, conseguindo visualizar perfeitamente o roso de Carlos — É você...— não escondeu o desânimo que sentia no mormento.
— Quem diria que você não estaria feliz em me ver! — abriu um sorriso irônico, enquanto estendia a mão para ajudar o capitão a se levantar.
Foster afastou a mão de Carlos e ergue-se sozinho, deu alguns passos a frente e virou novamente para o renegado.
— Não preciso de sua ajuda. — olhou em volta e tentava entender onde estava, tentou usar o seu comunicador, mas não teve sucesso.
— Não adianta, já tentei isso, estamos na parte mais profunda dessa nave e deve haver várias coisas nessa nave que interfere nos nossos comunicadores, para a falar a verdade me espanta essa área ainda ter suporte a vida funcional — olhava em volta com um ar de admiração — Mas... não se preocupe, se a sua unidade tiver sorte devem estar vivos, assim como essa tal de Yukina que você murmurava agora a pouco. — Piscou para o Capitão.
O mesmo se enfureceu e sobressaltou em direção ao velho renegado, lhe acertando um soco – Por culpa do seu pessoal isso tudo aconteceu!! se a anos atrás não tivessem criado estas criaturas!!- Aplicou um chute perfeito na direção do rosto de Carlos, no entanto, desviou e com uma investida corporal derrubou Foster no chão.
O Capitão da União tentou reagir, mas foi mobilizado pelo experiente inimigo, que o jogou em uma parede próxima e com o seu antebraço pressionou o pescoço de Foster contra a parede, com a outra mão puxou a arma que estava presa a sua cintura, apontando para testa de sua presa.
— Escuta aqui seu verme da União, só lhe permito viver pela sua utilidade contra estes monstros e também estou curioso para ver o rosto do famoso Foster quando descobrir toda a verdade contida nessa nave, entendeu? — abriu novamente um sorriso.
Foster ficou sério, sabia que precisava de ajuda caso mais Nêcroneos aparecessem enquanto procurasse sua tripulação e percebeu também, que não conseguiria vencer facilmente seu inimigo, isso se conseguisse vencê-lo.
— Você não disse que essa arma era só para valor sentimental? — também sorriu, fazendo o mesmo jogo de Carlos.
— Muito bem – afastou o seu braço do pescoço de Foster – Vamos seguir em frente — virou de costas e começou a caminhar.
Foster tentava imaginar o que poderia ser aquela tal “verdade” que Carlos mencionou outrora, conforme o mesmo ia se adentrando por dentro do corredor escuro.
Ir para o próximo capítulo de "Nave Fantasma"
Verdade e Desafio.
— Yukina...— Incontinentemente Foster chamava sua mada, enquanto seu traje terminava de curar seus ferimentos causado pela grande queda.Seus sentidos voltavam, assim como uma imensa dor de cabeça, que o fez abrir vagarosamente os seus olhos, entretanto, não conseguia enxergar nada.
— Urrgh.. — a dor de cabeça amenizava enquanto sua visão voltava aos poucos, o suficiente para ver um borrão a sua frente, que tinha o contorno de uma pessoa. Conforme O mesmo se aproximava, a mancha tomava formas.
— Parece que você recobrou a consciência. — disse o borrão, aproximando o seu rosto ao de Foster.
— Quem? — Sua visão acabará de voltar, conseguindo visualizar perfeitamente o roso de Carlos — É você...— não escondeu o desânimo que sentia no mormento.
— Quem diria que você não estaria feliz em me ver! — abriu um sorriso irônico, enquanto estendia a mão para ajudar o capitão a se levantar.
Foster afastou a mão de Carlos e ergue-se sozinho, deu alguns passos a frente e virou novamente para o renegado.
— Não preciso de sua ajuda. — olhou em volta e tentava entender onde estava, tentou usar o seu comunicador, mas não teve sucesso.
— Não adianta, já tentei isso, estamos na parte mais profunda dessa nave e deve haver várias coisas nessa nave que interfere nos nossos comunicadores, para a falar a verdade me espanta essa área ainda ter suporte a vida funcional — olhava em volta com um ar de admiração — Mas... não se preocupe, se a sua unidade tiver sorte devem estar vivos, assim como essa tal de Yukina que você murmurava agora a pouco. — Piscou para o Capitão.
O mesmo se enfureceu e sobressaltou em direção ao velho renegado, lhe acertando um soco – Por culpa do seu pessoal isso tudo aconteceu!! se a anos atrás não tivessem criado estas criaturas!!- Aplicou um chute perfeito na direção do rosto de Carlos, no entanto, desviou e com uma investida corporal derrubou Foster no chão.
O Capitão da União tentou reagir, mas foi mobilizado pelo experiente inimigo, que o jogou em uma parede próxima e com o seu antebraço pressionou o pescoço de Foster contra a parede, com a outra mão puxou a arma que estava presa a sua cintura, apontando para testa de sua presa.
— Escuta aqui seu verme da União, só lhe permito viver pela sua utilidade contra estes monstros e também estou curioso para ver o rosto do famoso Foster quando descobrir toda a verdade contida nessa nave, entendeu? — abriu novamente um sorriso.
Foster ficou sério, sabia que precisava de ajuda caso mais Nêcroneos aparecessem enquanto procurasse sua tripulação e percebeu também, que não conseguiria vencer facilmente seu inimigo, isso se conseguisse vencê-lo.
— Você não disse que essa arma era só para valor sentimental? — também sorriu, fazendo o mesmo jogo de Carlos.
— Muito bem – afastou o seu braço do pescoço de Foster – Vamos seguir em frente — virou de costas e começou a caminhar.
Foster tentava imaginar o que poderia ser aquela tal “verdade” que Carlos mencionou outrora, conforme o mesmo ia se adentrando por dentro do corredor escuro.
Ir para o próximo capítulo de "Nave Fantasma"
Marcadores:
Lucas Suwgamm,
Nave Fantasma,
semana 13
sexta-feira, 13 de junho de 2014
Nave Fantasma [Semana 12]
Autor: Lucas Suwgamm
- Sem capítulo esta semana -
- Sem capítulo esta semana -
Marcadores:
Lucas Suwgamm,
Nave Fantasma,
semana 12
sexta-feira, 6 de junho de 2014
Nave Fantasma [Semana 11]
Autor: Lucas Suwgamm
Pontos.
Sobre uma superfície lisa e translúcida um modelo tridimensional da nave misteriosa era projetado, pequenos pontos coloridos representavam Foster e o seu grupo de exploradores assim como outras pessoas e criaturas que os cercavam.
Toda essa informação era acompanhando por olhos verdes e atentos de Yukina, em especial, no ponto azul-esverdeado, que representava o seu amado Jhon Foster; acabara de restabelecer a comunicação com o grupo, passando por todo bloqueio imposto pelos renegados e os primeiros dados recebidos não era nada animador.
— O que está acontecendo? — indagava o homem de cabelos pretos e mexas azuladas que caiam sobre a testa, ao ver a miniatura digital da nave.
— os 5 pontos de distintas tonalidades de azul, são os nossos companheiros, os amarelos são os rebeldes e os roxos de centro esbranquecidos são Nêcroneos....— falava a moça oriental sem tirar o olhar da projeção.
— Eu sei o significado das cores, fiquei dias para decorar isso na academia – Brian gesticulava com as mãos — o que eu quero entender é o que aconteceu quando estávamos sem comunicação? — Seu olhar expressava cada vez mais confusão – Que diacho!! De onde vieram estes malditos Nêcroneos?!
— Não sei... — Yukina deu uma pausa ao ver alguns pontos roxos sumindo, junto com um amarelo – No entanto, estão ganhando. — Tentava manter a calma, tentando esconder toda sua preocupação.
Ao ver a última mancha roxa desaparecendo entre uma amarela e o azul-esverdeado de Foster, Yukina suspirou aliviadamente, no entanto, não podia relaxar totalmente, ainda havia muitos sinais amarelos perto dos seus companheiros.
— Será que vai aparecer mais destas criaturas? — mentalmente, o jovem recruta amaldiçoava seu destino, por acontecer tudo isso em sua primeira missão.
— Também não sei... só sei que precisamos achar alguma forma de ajudá-los contra os rebeldes agora — a moça virou de costa para a mesa e se dirigia para o painel da nave, afim de se comunicar com o restante da equipe.
- MAS O QUE ACONTECEU?! - Brian colocou as duas mãos sobre a mesa projetora.
O grito do jovem fez com que Yukina imediatamente parasse com o seu afazer virando novamente para a imagem holográfica no mesmo instante, sua expressão mudou totalmente, pois visualiza o ponto que representava Foster caindo pelo holograma, junto com outro amarelo.
O sinal do capitão desaparecera instantes depois, assim como a coloração de Yukina que ficava cada vez mais branca, seus olhos não transmitiam mais vida, a imagem calma que tentava transmitir a pouco, desfarelava-se completamente, queria gritar, mas não conseguia, queria correr para a mesa, mas suas pernas não se mexia e o pior, tremiam em sinal de fraqueza, deixou-se cair de joelhos, no movimento, o cabelo cobriu o seu rosto, enquanto olhava para o nada, imaginando o pior.
Ir para o próximo capítulo de "Nave Fantasma"
Pontos.
Sobre uma superfície lisa e translúcida um modelo tridimensional da nave misteriosa era projetado, pequenos pontos coloridos representavam Foster e o seu grupo de exploradores assim como outras pessoas e criaturas que os cercavam.
Toda essa informação era acompanhando por olhos verdes e atentos de Yukina, em especial, no ponto azul-esverdeado, que representava o seu amado Jhon Foster; acabara de restabelecer a comunicação com o grupo, passando por todo bloqueio imposto pelos renegados e os primeiros dados recebidos não era nada animador.
— O que está acontecendo? — indagava o homem de cabelos pretos e mexas azuladas que caiam sobre a testa, ao ver a miniatura digital da nave.
— os 5 pontos de distintas tonalidades de azul, são os nossos companheiros, os amarelos são os rebeldes e os roxos de centro esbranquecidos são Nêcroneos....— falava a moça oriental sem tirar o olhar da projeção.
— Eu sei o significado das cores, fiquei dias para decorar isso na academia – Brian gesticulava com as mãos — o que eu quero entender é o que aconteceu quando estávamos sem comunicação? — Seu olhar expressava cada vez mais confusão – Que diacho!! De onde vieram estes malditos Nêcroneos?!
— Não sei... — Yukina deu uma pausa ao ver alguns pontos roxos sumindo, junto com um amarelo – No entanto, estão ganhando. — Tentava manter a calma, tentando esconder toda sua preocupação.
Ao ver a última mancha roxa desaparecendo entre uma amarela e o azul-esverdeado de Foster, Yukina suspirou aliviadamente, no entanto, não podia relaxar totalmente, ainda havia muitos sinais amarelos perto dos seus companheiros.
— Será que vai aparecer mais destas criaturas? — mentalmente, o jovem recruta amaldiçoava seu destino, por acontecer tudo isso em sua primeira missão.
— Também não sei... só sei que precisamos achar alguma forma de ajudá-los contra os rebeldes agora — a moça virou de costa para a mesa e se dirigia para o painel da nave, afim de se comunicar com o restante da equipe.
- MAS O QUE ACONTECEU?! - Brian colocou as duas mãos sobre a mesa projetora.
O grito do jovem fez com que Yukina imediatamente parasse com o seu afazer virando novamente para a imagem holográfica no mesmo instante, sua expressão mudou totalmente, pois visualiza o ponto que representava Foster caindo pelo holograma, junto com outro amarelo.
O sinal do capitão desaparecera instantes depois, assim como a coloração de Yukina que ficava cada vez mais branca, seus olhos não transmitiam mais vida, a imagem calma que tentava transmitir a pouco, desfarelava-se completamente, queria gritar, mas não conseguia, queria correr para a mesa, mas suas pernas não se mexia e o pior, tremiam em sinal de fraqueza, deixou-se cair de joelhos, no movimento, o cabelo cobriu o seu rosto, enquanto olhava para o nada, imaginando o pior.
Ir para o próximo capítulo de "Nave Fantasma"
Marcadores:
Lucas Suwgamm,
Nave Fantasma,
semana 11
sexta-feira, 30 de maio de 2014
Nave Fantasma [Semana 10]
Autor: Lucas Suwgamm
Surpresa.
— Mal...ditos... — ofegantemente, Michael falava para si mesmo tampando com a mão esquerda a recém-ferida formada em seu braço direito. Tinha escapado por porco, se não fosse mais um disparo preciso de Edgar, contudo conseguiu cumprir o seu objeto, agrupou-se com Milene e Samara, apesar dos pesares.
Cinco inimigos cercavam o grupo, não tinha por ondem ir, e o pior, estavam longe de Foster. O homem de cavanhaque negro executou mais um tiro preciso e uma centelha atravessou o capacete metálico de mais um inimigo bizarro, enquanto o corpulento corpo da criatura ia ao chão, os quatro restantes locomoviam agilmente na direção dos homens de Foster.
— E agora Michael? — o rapaz de traje preto perguntava, enquanto se prepara para mais um tiro preciso – meu traje está sobrecarregando. — ele mantinha uma calma assustadora – E você não consegue mais atirar....
— Nunca... viu a nossa ...Ás em ação... né? — O homem roliço e loiro demonstrava um olhar confiante. — Milene... está na hora... do seu “show”.
A grande moça não esperou o moço de cabelo tigelinha terminar a sua fala, havia sobressaltado sobre ele e se jogou no primeiro inimigo da direita, uma forte luz roxa na forma de uma lâmina saiu do seu traje, na região do braço esquerdo, e cortou o inimigo em dois e com o braço direito, agora com uma luz verde, separou a cabeça do pescoço do segundo. Deu um salto para o lado e com um disparo a queima roupa matou o terceiro.
— Edgar, não é hora de ficar com queixo caído!! Ajude a Moça! — Michael reuniu suas ultimas forças e esbravejou suas ordem para o homens de cabelos comprido.
— Sim.. senhor – e, apesar de toda admiração e surpresa, com mais um tiro preciso matou outro inimigo que se aproximava rapidamente da retaguarda de Milene – Então esse é o poder de uma dançarina da morte.
— Corpo cibernético. — falava Samara, agora mais calma ao ver o último inimigo derrotado – Resultado de muitos implantes e um controle mental incrível. — Colocava sua mão sobre o ombro de Edgar, que ainda estava admirando as proezas da Milene. — Mas você não fica muito atrás, tem uma mira muito precisa. — Sorriu para o sujeito.
A batalha estava chegando ao fim, a trupe sobrevivente dos renegados estavam comemorando o fim da luta, enquanto, mais adiante, Carlos e Foster executavam a criatura remanescente. No entanto, quando tudo estava caminhando para um desfecho, um imenso buraco abriu sobre os pés dos dois capitães, desapareceram, caindo na escuridão da abertura.
Seus subordinados não puderam fazer nada, além de ficarem parados olhando, sem entender o que havia acontecido.
Ir para o próximo capítulo de "Nave Fantasma"
Surpresa.
— Mal...ditos... — ofegantemente, Michael falava para si mesmo tampando com a mão esquerda a recém-ferida formada em seu braço direito. Tinha escapado por porco, se não fosse mais um disparo preciso de Edgar, contudo conseguiu cumprir o seu objeto, agrupou-se com Milene e Samara, apesar dos pesares.
Cinco inimigos cercavam o grupo, não tinha por ondem ir, e o pior, estavam longe de Foster. O homem de cavanhaque negro executou mais um tiro preciso e uma centelha atravessou o capacete metálico de mais um inimigo bizarro, enquanto o corpulento corpo da criatura ia ao chão, os quatro restantes locomoviam agilmente na direção dos homens de Foster.
— E agora Michael? — o rapaz de traje preto perguntava, enquanto se prepara para mais um tiro preciso – meu traje está sobrecarregando. — ele mantinha uma calma assustadora – E você não consegue mais atirar....
— Nunca... viu a nossa ...Ás em ação... né? — O homem roliço e loiro demonstrava um olhar confiante. — Milene... está na hora... do seu “show”.
A grande moça não esperou o moço de cabelo tigelinha terminar a sua fala, havia sobressaltado sobre ele e se jogou no primeiro inimigo da direita, uma forte luz roxa na forma de uma lâmina saiu do seu traje, na região do braço esquerdo, e cortou o inimigo em dois e com o braço direito, agora com uma luz verde, separou a cabeça do pescoço do segundo. Deu um salto para o lado e com um disparo a queima roupa matou o terceiro.
— Edgar, não é hora de ficar com queixo caído!! Ajude a Moça! — Michael reuniu suas ultimas forças e esbravejou suas ordem para o homens de cabelos comprido.
— Sim.. senhor – e, apesar de toda admiração e surpresa, com mais um tiro preciso matou outro inimigo que se aproximava rapidamente da retaguarda de Milene – Então esse é o poder de uma dançarina da morte.
— Corpo cibernético. — falava Samara, agora mais calma ao ver o último inimigo derrotado – Resultado de muitos implantes e um controle mental incrível. — Colocava sua mão sobre o ombro de Edgar, que ainda estava admirando as proezas da Milene. — Mas você não fica muito atrás, tem uma mira muito precisa. — Sorriu para o sujeito.
A batalha estava chegando ao fim, a trupe sobrevivente dos renegados estavam comemorando o fim da luta, enquanto, mais adiante, Carlos e Foster executavam a criatura remanescente. No entanto, quando tudo estava caminhando para um desfecho, um imenso buraco abriu sobre os pés dos dois capitães, desapareceram, caindo na escuridão da abertura.
Seus subordinados não puderam fazer nada, além de ficarem parados olhando, sem entender o que havia acontecido.
Ir para o próximo capítulo de "Nave Fantasma"
Marcadores:
Lucas Suwgamm,
Nave Fantasma,
semana 10
sexta-feira, 23 de maio de 2014
Nave Fantasma [Semana 09]
Autor: Lucas Suwgamm
Buracos.
Informações dançavam nas retinas de cada ser presente no corredor penumbrado, mostrando “objetos” aproximando de todos os lados, os solados de Carlos olhavam para o teto, para o chão e para as paredes, sem entender nada, afinal estavam em um corredor, não era possível que estes objetos viessem pela parede, pelo menos era isso que pensavam.
Já os companheiros de Foster ficavam mais apreensivos, sem dizer nada e tão pouco conseguiam entender oque estava para acontecer. Diferente do experiente pirata espacial, que estava pensativo, trocando olhares com o Foster.
– Está na hora de você pegar essa velha arma que você carrega em sua cintura – disse o capitão da união para Carlos.
– Isso é...- passou a mão por cima da arma – Só um objeto com certo valor sentimental para mim. – seu traje começou a mudar na região do punho. – A modernidade é muito mais efetiva. – um singelo sorriso aparecia em seu rosto.
Foster também sorriu e acompanhou o seu inimigo de outrora, preparando o seu traje espacial para o possível combate que estava por vir, no entanto uma pergunta não saia da sua cabeça, o que realmente “estava por vir”?
– Edgar e Michael venha ao meu lado! Milene proteja a Samara! – Foster comandava seus companheiros.
– Muito bem, vamos precisar da ajuda momentânea destes bastardos da União! – Carlos ordenou aos seus soldados, após ver a ação do capitão. – rápido, executem a formação Gama! – Depois terminamos o nosso assunto. – murmurou para Foster.
Entretanto, ninguém conseguiu cumprir suas ordem, uma enorme explosão ocorreu em uma parede próxima, e de um buraco resultante da mesma, surgiu uma sombra humanoide, que imediatamente, matou o soldado de Carlos que estava mais perto, com um único golpe.
Pouco a pouco a poeira ficava cada vez menos densa e com isso a imagem de uma criatura branca, com músculos vermelhos bem salientados, começava a ficar cada vez mais visível, assim como cabos pretos que percorriam por todo o seu corpo nu e terminavam no seu capacete que cobria somente metade do seu rosto, deixando somente a boca visível, ou algo que podia chamar de boca, afinal estava toda costurada, ou pelo menos era isso que aparentava.
Quando a fumaça finalmente sumiu, era possível ver o braço da criatura atravessando o peito do soldado abatido, ao instante que outras começavam a surgir do buraco feito na parede.
Contudo, essa cena da criatura imponente foi passageira, pois um feixe azul, provindo do braço de Edgar, atravessou o crânio do ser misterioso, matando-o instantaneamente.
- Corram!! essa nave está infestada por Nêcroneos! – Carlos gritou enquanto começava a atirar na direção da abertura na parede.
Seus disparos lampejantes foram seguidos por outros, junto com ruídos de passos apressados e gritos agonizantes. Outras fissuras eclodiam por todo o corredor, tanto pelas paredes laterais quanto pelo teto. Os corpos das criaturas caim a cada disparo, assim como alguns homens de Carlos, que estavam mais perto das mesmas. Os sobreviventes estavam ficando sem escapatória e a morte parecia cada vez mais certa.
Ir para o próximo capítulo de "Nave Fantasma"
Buracos.
Informações dançavam nas retinas de cada ser presente no corredor penumbrado, mostrando “objetos” aproximando de todos os lados, os solados de Carlos olhavam para o teto, para o chão e para as paredes, sem entender nada, afinal estavam em um corredor, não era possível que estes objetos viessem pela parede, pelo menos era isso que pensavam.
Já os companheiros de Foster ficavam mais apreensivos, sem dizer nada e tão pouco conseguiam entender oque estava para acontecer. Diferente do experiente pirata espacial, que estava pensativo, trocando olhares com o Foster.
– Está na hora de você pegar essa velha arma que você carrega em sua cintura – disse o capitão da união para Carlos.
– Isso é...- passou a mão por cima da arma – Só um objeto com certo valor sentimental para mim. – seu traje começou a mudar na região do punho. – A modernidade é muito mais efetiva. – um singelo sorriso aparecia em seu rosto.
Foster também sorriu e acompanhou o seu inimigo de outrora, preparando o seu traje espacial para o possível combate que estava por vir, no entanto uma pergunta não saia da sua cabeça, o que realmente “estava por vir”?
– Edgar e Michael venha ao meu lado! Milene proteja a Samara! – Foster comandava seus companheiros.
– Muito bem, vamos precisar da ajuda momentânea destes bastardos da União! – Carlos ordenou aos seus soldados, após ver a ação do capitão. – rápido, executem a formação Gama! – Depois terminamos o nosso assunto. – murmurou para Foster.
Entretanto, ninguém conseguiu cumprir suas ordem, uma enorme explosão ocorreu em uma parede próxima, e de um buraco resultante da mesma, surgiu uma sombra humanoide, que imediatamente, matou o soldado de Carlos que estava mais perto, com um único golpe.
Pouco a pouco a poeira ficava cada vez menos densa e com isso a imagem de uma criatura branca, com músculos vermelhos bem salientados, começava a ficar cada vez mais visível, assim como cabos pretos que percorriam por todo o seu corpo nu e terminavam no seu capacete que cobria somente metade do seu rosto, deixando somente a boca visível, ou algo que podia chamar de boca, afinal estava toda costurada, ou pelo menos era isso que aparentava.
Quando a fumaça finalmente sumiu, era possível ver o braço da criatura atravessando o peito do soldado abatido, ao instante que outras começavam a surgir do buraco feito na parede.
Contudo, essa cena da criatura imponente foi passageira, pois um feixe azul, provindo do braço de Edgar, atravessou o crânio do ser misterioso, matando-o instantaneamente.
- Corram!! essa nave está infestada por Nêcroneos! – Carlos gritou enquanto começava a atirar na direção da abertura na parede.
Seus disparos lampejantes foram seguidos por outros, junto com ruídos de passos apressados e gritos agonizantes. Outras fissuras eclodiam por todo o corredor, tanto pelas paredes laterais quanto pelo teto. Os corpos das criaturas caim a cada disparo, assim como alguns homens de Carlos, que estavam mais perto das mesmas. Os sobreviventes estavam ficando sem escapatória e a morte parecia cada vez mais certa.
Ir para o próximo capítulo de "Nave Fantasma"
Marcadores:
Lucas Suwgamm,
Nave Fantasma,
semana 09
sexta-feira, 16 de maio de 2014
Nave Fantasma [Semana 08]
Autor: Lucas Suwgamm
- Sem capítulo nesta semana -
- Sem capítulo nesta semana -
Marcadores:
Lucas Suwgamm,
Nave Fantasma,
semana 08
sexta-feira, 9 de maio de 2014
Nave Fantasma [Semana 07]
Autor: Lucas Suwgamm
Carlos.
Uma gota fria escorria pelo rosto juvenil de Foster, seus olhos castanhos demostravam pavor, enquanto os mantinha fixado naquela figura de meia idade parado na sua frente o encarando, não conseguia pensar em uma saída, muito menos em algum plano mirabolante, sentia como um rato acoado por seu predador. Só conseguiu olhar calado para os seus companheiros. Não era preciso dizer nada só sua expressão já tinha o significado da derrota.
— Quem é você? — indagou o capitão de cabelos curtos e dourados, quando voltou o seu olhar para o sujeito que o derrotou.
— Quem eu sou? Hummm...— Olhou para o teto enquanto coçava o seu rosto levemente envelhecido – Eu sou uma sombra somente – deu uma piscadela para Foster.
O capitão da União fez uma expressão desgostosa pela resposta recebida – não foi isso que perguntei, mas sim um nome. — conhecia a há pouco tempo esse novo ser, mas já estava começando a odiar ele.
— Qual a importância em saber o meu nome? — se posicionou de frente para Foster — O que é um nome? — jogou as mãos para trás do corpo, agarrando a palma da mão direita com a esquerda, deixando os braços sobre as costas enquanto andava - E só mais um dos inúmeros rótulos sem importância que você recebe durante a sua vida.
O jovem conquistado tentava manter a calma e uma postura firme, realmente odiava pessoas com esse tipo de personalidade e não queria deixar aquele homem barbudo na sua frente tirar proveito disso – E qual seira o seu “rotulo”? Só por curiosidade - olhou friamente para o homem a sua frente.
O mesmo só deu um leve sorriso perante aquele olhar penetrante – Sou conhecido por diversos nomes e apelidos, tais quais “o ceifador da revolução”, “o Homem sem alma” e entre outros que a União e o seu povo iludido me deram.
– Carlos...– Foster ficou branco por um momento. – o Homem sem rosto...
– Sou conhecido por esse nome também – posou a mão no ombro do soldado da União – Não precisa ficar tão assutado assim capitão Jhon Foster – piscou novamente para o capitão.
– Como você sabe quem sou eu? – rapidamente afastou a mão de Carlos do seu ombro.
— Eu sei tudo sobre você e eles – apontou com a cabeça para o restante do grupo – seus perfis psicológicos, suas qualidades físicas, seus vícios... e sua busca – notou as feições serias do homem a sua frente – Você veio por algo de grande valor, assim como eu. — deus as costas para o capitão e andou na direção de Milene.
— Por que as informações dessa nave são importante para os renegados? — Perguntou o sujeito de cabelos de cor de ouro.
— Pelo simples fato delas conter a verdade.- disse o homem de cabelos grisalhos, sem parar o seu caminhar.
Neste mesmo memento o sensor de Foster e seu grupo começou a acusar novas presenças se aproximando, e alguns instantes depois o sensor de Carlos e seus homens começaram a se comportar da mesma maneira. Algo se aproximava e ninguém sabia o que era.
Ir para o próximo capítulo de "Nave Fantasma"
Carlos.
Uma gota fria escorria pelo rosto juvenil de Foster, seus olhos castanhos demostravam pavor, enquanto os mantinha fixado naquela figura de meia idade parado na sua frente o encarando, não conseguia pensar em uma saída, muito menos em algum plano mirabolante, sentia como um rato acoado por seu predador. Só conseguiu olhar calado para os seus companheiros. Não era preciso dizer nada só sua expressão já tinha o significado da derrota.
— Quem é você? — indagou o capitão de cabelos curtos e dourados, quando voltou o seu olhar para o sujeito que o derrotou.
— Quem eu sou? Hummm...— Olhou para o teto enquanto coçava o seu rosto levemente envelhecido – Eu sou uma sombra somente – deu uma piscadela para Foster.
O capitão da União fez uma expressão desgostosa pela resposta recebida – não foi isso que perguntei, mas sim um nome. — conhecia a há pouco tempo esse novo ser, mas já estava começando a odiar ele.
— Qual a importância em saber o meu nome? — se posicionou de frente para Foster — O que é um nome? — jogou as mãos para trás do corpo, agarrando a palma da mão direita com a esquerda, deixando os braços sobre as costas enquanto andava - E só mais um dos inúmeros rótulos sem importância que você recebe durante a sua vida.
O jovem conquistado tentava manter a calma e uma postura firme, realmente odiava pessoas com esse tipo de personalidade e não queria deixar aquele homem barbudo na sua frente tirar proveito disso – E qual seira o seu “rotulo”? Só por curiosidade - olhou friamente para o homem a sua frente.
O mesmo só deu um leve sorriso perante aquele olhar penetrante – Sou conhecido por diversos nomes e apelidos, tais quais “o ceifador da revolução”, “o Homem sem alma” e entre outros que a União e o seu povo iludido me deram.
– Carlos...– Foster ficou branco por um momento. – o Homem sem rosto...
– Sou conhecido por esse nome também – posou a mão no ombro do soldado da União – Não precisa ficar tão assutado assim capitão Jhon Foster – piscou novamente para o capitão.
– Como você sabe quem sou eu? – rapidamente afastou a mão de Carlos do seu ombro.
— Eu sei tudo sobre você e eles – apontou com a cabeça para o restante do grupo – seus perfis psicológicos, suas qualidades físicas, seus vícios... e sua busca – notou as feições serias do homem a sua frente – Você veio por algo de grande valor, assim como eu. — deus as costas para o capitão e andou na direção de Milene.
— Por que as informações dessa nave são importante para os renegados? — Perguntou o sujeito de cabelos de cor de ouro.
— Pelo simples fato delas conter a verdade.- disse o homem de cabelos grisalhos, sem parar o seu caminhar.
Neste mesmo memento o sensor de Foster e seu grupo começou a acusar novas presenças se aproximando, e alguns instantes depois o sensor de Carlos e seus homens começaram a se comportar da mesma maneira. Algo se aproximava e ninguém sabia o que era.
Ir para o próximo capítulo de "Nave Fantasma"
Marcadores:
Lucas Suwgamm,
Nave Fantasma,
semana 07
Assinar:
Postagens (Atom)