Semana 21 do MONOBA
Já estamos na reta final! Faltam mais 4 semanas apenas para a conclusão dessa incrível batalha. Com este novo mês, também temos novidades sobre a pontuação, que poderá ser conferida mais a baixo. Essa semana temos a volta de "Neocene II - nanoships". Infelizmente não teremos "Pepper & Donuts" e "Contos do Amante da Morte". Confira as as histórias clicando nos links abaixo, nas abas de cada obra ou navegando pelo blog. Lembrando que a votação já está no ar e vai até às 23:59 do dia 20 de agosto. A próxima rodada de "novels" estará no ar dia 22 de agosto. Não percam!
Neocene II - nanoships: Capítulo 07: Um Fóssil do Espaço!
Nave Fantasma: Explosão.
Filho das Profundezas: Parte XXI - Chuva de Outono
Wild Hunt: Capitulo 20: Lembranças de outra vida.
Resultado da semana 20 e do mês de agosto
Com 21 votos no total, segue os vencedores da 20º semana do MONOBA:
Em primeiro lugar, com 10 votos, a história "Filho das Profundezas", de Marco Fischer.
Em segundo lugar, com 9 votos, a história "Conto do Amante da Morte", de Mari-Youko-Sama.
Em terceiro lugar, com 2 votos, a história "Pepper & Donuts", de Adriana Yumi.
Seguidos de "Nave Fantasma", de Lucas Suwgamm (sem voto) e "Wild Hunt", de Marlon Kalango (sem voto). "Neocene II - nanoships", de Moonlance está a doze semanas consecutivas sem participar do MONOBA, então receberá onze pontos negativos (-11).
Neste mês, infelizmente, por problemas com o site que nós utilizávamos para fazer as enquetes, não temos a quantidade de votos computados. Apresentamos os vencedores do mês:
Em primeiro lugar, com 30 pontos, a história "Filho das Profundezas", de Marco Fischer.
Em segundo lugar, com 24 pontos, a história "Contos do Amante da Morte", de Mari-Youko-Sama.
Em terceiro lugar, com 11 pontos, a história "Wild Hunt", de Marlon Kalango.
Seguidos de "Pepper & Donuts", de Adriana Yumi (9 pontos); "Nave Fantasma", de Lucas Suwgamm (3 pontos) e "Neocene II - nanoships", de Moonlance (-38 pontos).
Parabéns aos vencedores da semana e do mês de abril.
Confira mais detalhes em "Ranking".
Pontuação e Regra Especial neste mês de finalização do MONOBA
Assim como uma história pode ter uma grande reviravolta, a nossa batalha também pode ter! O projeto exigiu bastante empenho dos escritores até agora e nos momentos finais exigirá ainda mais. Então a pontuação também acompanhará este empenho.
A pontuação seguirá às seguintes determinações:
Semana 21 - terá a pontuação normal (9 pontos para o 1º lugar, 6 para o 2º, 3 para o 3º e 1 ponto para os demais).
Semana 22 - 12 / 9 / 6 - demais: 2
Semana 23 - 15 / 12 / 9 - demais: 3
Semana 24 - 18 / 15 / 12 - demais: 4
Semana 25 - ?? / ?? / ?? - demais: 5
A pontuação da semana 25 só será revelada junto com a publicação das histórias dessa semana. Além disso, também temos uma pontuação secreta e simbólica de 5 pontos. O escritor premiado será revelado apenas no resultado final do projeto. O bônus de vencedor do mês irá para 9 / 6 / 3 dos anteriores 3 / 2 / 1. Caso haja algum empate entre as três primeiras colocações no ranking final, ocorrerá uma votação pública na quinta-feira, 18 de setembro, para desempate.
Como uma regra especial, na última semana (semana 25), os escritores terão o dobro de palavras para finalizar com chave de ouro suas histórias. De mínimo de 400 e máximo de 500, passará a ter mínimo de 800 e máximo de 1000 palavras neste último capítulo.
Boa sorte para todos os escritores nessa reta final!
Última Atividade Extra
Esta é a última chance de ajudar os escritores a ganhar pontos extras e mudar o destino dessa batalha! Crie uma ilustração ou fanfic (texto criado por fã, baseado em alguma história existente) do que você gostaria de ver nestes momentos finais da sua história favorita no MONOBA. Por ser a última atividade extra - e também de uma dificuldade maior - cada homenagem valerá 3 pontos extras no lugar de apenas 1. A pontuação da melhor homenagem também vai aumentar. Para o primeiro, segundo e terceiro lugar consecutivamente: 9, 6 e 3 dos 3, 2 e 1 pontos das atividades anteriores. Então o que você está esperando? Você tem até dia 10 de setembro para enviar sua homenagem! Todas as homenagens serão postadas na nossa página do Facebook (www.facebook.com/mobilenovelbattle) no dia 12 de setembro, juntamente com a semana 25 do MONOBA, o mesmo dia que serão lançados os capítulos finais, para que os escritores não se influenciem. Para saber mais como mandar sua homenagem, confira "Atividade Extra". As regras são bem simples. Esperamos por você!
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sexta-feira, 15 de agosto de 2014
Semana 21 + Resultado da semana 20 e mês de agosto + Pontuação e Regra Especial + Última Atividade Extra
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Neocene II – nanoships [Semana 21]
Autor: Moonlance
Capítulo 07: Um Fóssil do Espaço!
– Estamos conectados, Polly! – declarou Sasha Kacey, ao interligar a rede de Miho à alienígena nave abandonada e estacionada no hangar da cidade-asteroide Nova. A avatar Adjunto fechava os olhos lentamente.
– Então...? – perguntou pouco depois a Almirante da Neocene II, enquanto todos observavam a esfera cibernética luminosa processando dados atrás da avatar.
Sasha então começou a responder: – Essa nave... pertenceu a uma civilização de bípedes avançada, mas já exaurida a dezenas de milhares de anos. Controlavam o setor em torno da anã-vermelha KXL7302, que hoje sabemos é um sistema estelar que só apresenta planetas gasosos – Todos na estação ficaram intrigados com as informações levantadas; Sasha prosseguia: – Mas não sabemos a qual táxon atribuir a tecnologia da nave; está além de todos os nossos registros cronológicos e mapas espaciais!
Polly então lançou: – A chance de haver alguma entidade viva na nave fóssil...? – era a pergunta que não queria calar...
– Uma chance em um milhão. – respondeu Sasha – Nenhum sobrevivente. – Um silêncio de aflição tomou conta do ambiente, e só foi interrompido quando a Admin retomou a palavra: – o sistema operacional foi destruído por corrosão; não há pulsação eletro-magnética artificial; e a atmosfera interior foi totalmente alterada por decaimentos radioativos sucessivos dos próprios componentes. Não, eles certamente não planejaram uma viagem tão longa...!
Com isso tudo, foi decidido que as equipes presentes da Confederação Galáctica iriam realizar os preparativos para abrir e explorar o interior da nave. Precisavam conhecer que misteriosa civilização perdida era aquela, o que realmente lhe tinha sucedido e, fundamentalmente também, que espécie a representava. As conjecturas eram das mais variadas.
– AHAH!! Finalmenteee!!!! – Gritava emocionada a Capitã Tess-Stella Kacey, enquanto acessava o hangar de Nova e se aquecia, junto com Kirsken e Cosmos, em seus bio-suítes especiais. As irmãs Kacey se trocaram um tapa de mãos enquanto se cruzavam no caminho: Polly, Sasha, e Miho voltariam para a Neocene II. – Agora é com você! – dizia Sasha para a irmã avoada – Veja se você se comporta na missão! É uma nave muito antiga, e não tem mais ninguém lá, tá OK?
Lucy Alghieri iria permanecer com a Adjunto Miho na estação principal do hangar, auxiliando a comunicação com o pessoal local de Nova. O grupo efetivamente a adentrar a nave-fóssil seria composto por 6 indivíduos, sendo 3 deles Pxychomotakkae cziplakton da Neocene II: isto é, Tess-Stella Kacey (Capitã), Rebecca Cosmos (Commandante) e Vicki Kirsken (Tenente); e sendo 1 deles a própria representante da cidade-asteroide, Jessika Nova – por algum motivo se sentia responsável por ingressar pessoalmente. Um gigante felino Pakat chamado Dorkat também os acompanharia – tinha rapidamente se afeiçoado à Capitã, quem diria! –, bem como um Trobotz de médio-porte, Nr'aop, que atuaria tanto na exploração como na adequação do ambiente defasado da antiga nave. O exterior da nave-fóssil estava sendo monitorado e era mantido isolado também com auxílio psíquico de aliados seres azuis, que não consideravam aquela missão uma profanação, mas tinham seus motivos – espirituais talvez – para não envolver-se além daquela colaboração.
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Capítulo 07: Um Fóssil do Espaço!
– Estamos conectados, Polly! – declarou Sasha Kacey, ao interligar a rede de Miho à alienígena nave abandonada e estacionada no hangar da cidade-asteroide Nova. A avatar Adjunto fechava os olhos lentamente.
– Então...? – perguntou pouco depois a Almirante da Neocene II, enquanto todos observavam a esfera cibernética luminosa processando dados atrás da avatar.
Sasha então começou a responder: – Essa nave... pertenceu a uma civilização de bípedes avançada, mas já exaurida a dezenas de milhares de anos. Controlavam o setor em torno da anã-vermelha KXL7302, que hoje sabemos é um sistema estelar que só apresenta planetas gasosos – Todos na estação ficaram intrigados com as informações levantadas; Sasha prosseguia: – Mas não sabemos a qual táxon atribuir a tecnologia da nave; está além de todos os nossos registros cronológicos e mapas espaciais!
Polly então lançou: – A chance de haver alguma entidade viva na nave fóssil...? – era a pergunta que não queria calar...
– Uma chance em um milhão. – respondeu Sasha – Nenhum sobrevivente. – Um silêncio de aflição tomou conta do ambiente, e só foi interrompido quando a Admin retomou a palavra: – o sistema operacional foi destruído por corrosão; não há pulsação eletro-magnética artificial; e a atmosfera interior foi totalmente alterada por decaimentos radioativos sucessivos dos próprios componentes. Não, eles certamente não planejaram uma viagem tão longa...!
Com isso tudo, foi decidido que as equipes presentes da Confederação Galáctica iriam realizar os preparativos para abrir e explorar o interior da nave. Precisavam conhecer que misteriosa civilização perdida era aquela, o que realmente lhe tinha sucedido e, fundamentalmente também, que espécie a representava. As conjecturas eram das mais variadas.
– AHAH!! Finalmenteee!!!! – Gritava emocionada a Capitã Tess-Stella Kacey, enquanto acessava o hangar de Nova e se aquecia, junto com Kirsken e Cosmos, em seus bio-suítes especiais. As irmãs Kacey se trocaram um tapa de mãos enquanto se cruzavam no caminho: Polly, Sasha, e Miho voltariam para a Neocene II. – Agora é com você! – dizia Sasha para a irmã avoada – Veja se você se comporta na missão! É uma nave muito antiga, e não tem mais ninguém lá, tá OK?
Lucy Alghieri iria permanecer com a Adjunto Miho na estação principal do hangar, auxiliando a comunicação com o pessoal local de Nova. O grupo efetivamente a adentrar a nave-fóssil seria composto por 6 indivíduos, sendo 3 deles Pxychomotakkae cziplakton da Neocene II: isto é, Tess-Stella Kacey (Capitã), Rebecca Cosmos (Commandante) e Vicki Kirsken (Tenente); e sendo 1 deles a própria representante da cidade-asteroide, Jessika Nova – por algum motivo se sentia responsável por ingressar pessoalmente. Um gigante felino Pakat chamado Dorkat também os acompanharia – tinha rapidamente se afeiçoado à Capitã, quem diria! –, bem como um Trobotz de médio-porte, Nr'aop, que atuaria tanto na exploração como na adequação do ambiente defasado da antiga nave. O exterior da nave-fóssil estava sendo monitorado e era mantido isolado também com auxílio psíquico de aliados seres azuis, que não consideravam aquela missão uma profanação, mas tinham seus motivos – espirituais talvez – para não envolver-se além daquela colaboração.
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semana 21
Pepper & Donuts [Semana 21]
Autora: Adriana Yumi
- Sem capítulo esta semana -
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Nave Fantasma [Semana 21]
Autor: Lucas Suwgamm
Explosão.
– Rápido, Precisamos fazer algo! – Yukina apontava desesperada para a projeção holográfica da Aurora a sua frente. Nela demonstrava um grupo azul cercado por um grupo amarelo.
– Foram cercados de novo...– o inexperiente soldado falava desapontado com as ações dos seus companheiros.
A oriental correu na direção da cadeira de comando da Alvorada, repouso suas mãos sobre os baços da poltrona e fechou os olhos, imediatamente o motor da nave voltou a funcionar.
– Pera ai! – Brian rapidamente se dirigiu na direção da moça de cabelos verdes – Para onde estamos indo? Ou melhor o que você pretende fazer? – O jovem já se preparava para sentar na cadeira ao lado do piloto.
– A nave dos renegados está indo para a ponte de comando – Falava sem perder a concentração no que estava fazendo – e provavelmente estão se preparando para ir embora, junto com os nossos companheiros, por isso vou destruir a única forma de fuga deles.
– Mas isso é perigoso!! – Brian olhou assustado para a Yukina – a Nave deles é maior e provavelmente com maior poder de fogo! – se preparava para levantar e impedir a suposta loucura de sua companheira.
– Pode ficar sentando ai! – ao terminar de falar, o cinto da cadeira que o jovem se encontrava sentado moveu-se sozinho, predendo o Brian na cadeira. – temos o fator surpresa ao nosso lado!
– Me tira daqui!!- Brian se contorcia todo – Surpresa? Eles devem ter localizado essa nave, mesmo ela estando invisível!
Yukina ignorou as advertências do seu amigo, que provavelmente estava certo, e se aproximou rapidamente da nave inimiga, a mesma começou a atirar na direção da Alvorada, essa por sua vez, saiu do modo invisível, se revelando totalmente pro inimigo.
Os tiros passavam muito perto da Alvorada, entretanto em atingir, pois a pilota da União mostrava toda a sua maestria que a deixou rapidamente conhecida no exercito da união.
– Atira! Não fica só desviando! – Brian se desesperava a cada feixe de luz que passava perto do casco da Alvorada.
– Se quiser atirar, atire, liberei o controle das armas secundarias para você. – Era incrível como a Yukina matinha a calma e concentração enquanto pilotava.
A alvorada começou a atirar com os seus canhões secundários , fazendo com que a nave inimiga se movesse mais depressa, mas continuou o seu curso em direção da Aurora.
– Isso, continue enfraquecendo os escudos deles! – Yukina passava confiança para Brian.
– Quando você disparará o canhão principal? – o jovem loiro tinha dificuldades de falar e se focar nas informações que apareciam em sua retina.
– Quando for a hora e não perca o foco – disse ao perceber que os tiros diminuíra a sua intensidade e precisão.
Logo após, uma esfera de luz verde como a se acumular na frente da Alvorada a nave renegada ao perceber o que estava por vir tentou mudar o curso, mas foi em vão. A nave da união se aproximou rapidamente e disparou o canhão principal, causando um grande estrago na nave inimiga e também na sala de comando da Aurora, que estava próximo a batalha.
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Explosão.
– Rápido, Precisamos fazer algo! – Yukina apontava desesperada para a projeção holográfica da Aurora a sua frente. Nela demonstrava um grupo azul cercado por um grupo amarelo.
– Foram cercados de novo...– o inexperiente soldado falava desapontado com as ações dos seus companheiros.
A oriental correu na direção da cadeira de comando da Alvorada, repouso suas mãos sobre os baços da poltrona e fechou os olhos, imediatamente o motor da nave voltou a funcionar.
– Pera ai! – Brian rapidamente se dirigiu na direção da moça de cabelos verdes – Para onde estamos indo? Ou melhor o que você pretende fazer? – O jovem já se preparava para sentar na cadeira ao lado do piloto.
– A nave dos renegados está indo para a ponte de comando – Falava sem perder a concentração no que estava fazendo – e provavelmente estão se preparando para ir embora, junto com os nossos companheiros, por isso vou destruir a única forma de fuga deles.
– Mas isso é perigoso!! – Brian olhou assustado para a Yukina – a Nave deles é maior e provavelmente com maior poder de fogo! – se preparava para levantar e impedir a suposta loucura de sua companheira.
– Pode ficar sentando ai! – ao terminar de falar, o cinto da cadeira que o jovem se encontrava sentado moveu-se sozinho, predendo o Brian na cadeira. – temos o fator surpresa ao nosso lado!
– Me tira daqui!!- Brian se contorcia todo – Surpresa? Eles devem ter localizado essa nave, mesmo ela estando invisível!
Yukina ignorou as advertências do seu amigo, que provavelmente estava certo, e se aproximou rapidamente da nave inimiga, a mesma começou a atirar na direção da Alvorada, essa por sua vez, saiu do modo invisível, se revelando totalmente pro inimigo.
Os tiros passavam muito perto da Alvorada, entretanto em atingir, pois a pilota da União mostrava toda a sua maestria que a deixou rapidamente conhecida no exercito da união.
– Atira! Não fica só desviando! – Brian se desesperava a cada feixe de luz que passava perto do casco da Alvorada.
– Se quiser atirar, atire, liberei o controle das armas secundarias para você. – Era incrível como a Yukina matinha a calma e concentração enquanto pilotava.
A alvorada começou a atirar com os seus canhões secundários , fazendo com que a nave inimiga se movesse mais depressa, mas continuou o seu curso em direção da Aurora.
– Isso, continue enfraquecendo os escudos deles! – Yukina passava confiança para Brian.
– Quando você disparará o canhão principal? – o jovem loiro tinha dificuldades de falar e se focar nas informações que apareciam em sua retina.
– Quando for a hora e não perca o foco – disse ao perceber que os tiros diminuíra a sua intensidade e precisão.
Logo após, uma esfera de luz verde como a se acumular na frente da Alvorada a nave renegada ao perceber o que estava por vir tentou mudar o curso, mas foi em vão. A nave da união se aproximou rapidamente e disparou o canhão principal, causando um grande estrago na nave inimiga e também na sala de comando da Aurora, que estava próximo a batalha.
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semana 21
Filho das Profundezas [Semana 21]
Autor: Marco Fischer
Parte XXI - Chuva de Outono
Chuva de Outono descia apressadamente até os compartimentos inferiores do navio, se esgueirando entre os companheiros que recarregavam seus arcabuzes com coronha de madeira crua. Acima de sua cabeça, era possível ouvir o som das criaturas-peixe arranhando as tábuas do convés, o que só aumentava a sensação de urgência.
Ela precisava se certificar de que o Maleko estava seguro em seu pequeno aposento. Sabia que Violka ficaria muito triste se algo acontecesse a ele, e também era a única ali que podia explicar ao garoto o que estava acontecendo. Todos a bordo do Hummingbird tinham que ficar juntos para enfrentar aquelas coisas, e isso incluía seu novo amigo.
A tempestade fazia com que o navio balançasse de um lado para o outro, mas a elfa agilmente saltava de lado cada vez que a embarcação se inclinava demais. Esticando seu corpo através da entrada do porão, Chuva de Outono olhou em todo lugar a procura do Maleko, mas ele não estava lá. Um buraco havia sido feito no teto, dando para uma das portinholas mais afastadas do convés inferior.
A navegadora sentiu um nó na garganta e apanhou seu arco das costas, colocando uma das flechas de prontidão para acertar uma das criaturas e fugir depois de encontrar seu amigo. Mas o buraco era pequeno demais para o corpo robusto e escamoso dos híbridos-peixe, e havia sido aberto por algum tipo de explosão concentrada de dentro para fora, sem qualquer rastro de pólvora.
O Maleko havia fugido, era tudo que ela sabia. Tinha voltado para casa talvez, sem se despedir de ninguém. Ou tinha fugido daqueles monstros que atacavam o navio. Será que eles tinham vindo buscá-lo? Era tarde demais agora. Chuva de Outono precisava conter a dúvida e o remorso em seu coração, e voltar a ser a elfa alegre e esperta de sempre.
Com Violka na ilha e Stevo morto, ela era a única chance da tripulação escapar. E ela só conseguiria fazer isso se deixasse as preocupações de lado e voltasse a enxergar tudo como uma grande brincadeira, deixando a imaginação fluir e com ela seus sortilégios. O som dos tiros dos arcabuzes e o gorgolejar das criaturas a guiavam até o palco onde faria seu número especial de magia élfica.
Filha prematura do pântano e da decadência
Desperte de seu torpor e liberte sua essência
O broto murcho na palma da mão da navegadora se abriu com um estalido seco, liberando uma névoa esverdeada que como uma nuvem se espalhou entre as criaturas, as fazendo guinchar e se encolher de repulsa e náusea. Elas eram como peixes afinal de contas, e seus olhos e narinas sensíveis não toleravam aquela neblina tóxica e fétida.
Aproveitando a distração, a tripulação do Hummingbird fugiu de volta ao convés e escalou os cordames do navio, esperando pelos invasores com as armas apontadas. Quando as criaturas surgiram finalmente, desorientadas em busca de ar fresco, balas e flechas se derramaram sobre suas cabeças, caindo com força sobre elas como uma chuva de outono.
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Parte XXI - Chuva de Outono
Chuva de Outono descia apressadamente até os compartimentos inferiores do navio, se esgueirando entre os companheiros que recarregavam seus arcabuzes com coronha de madeira crua. Acima de sua cabeça, era possível ouvir o som das criaturas-peixe arranhando as tábuas do convés, o que só aumentava a sensação de urgência.
Ela precisava se certificar de que o Maleko estava seguro em seu pequeno aposento. Sabia que Violka ficaria muito triste se algo acontecesse a ele, e também era a única ali que podia explicar ao garoto o que estava acontecendo. Todos a bordo do Hummingbird tinham que ficar juntos para enfrentar aquelas coisas, e isso incluía seu novo amigo.
A tempestade fazia com que o navio balançasse de um lado para o outro, mas a elfa agilmente saltava de lado cada vez que a embarcação se inclinava demais. Esticando seu corpo através da entrada do porão, Chuva de Outono olhou em todo lugar a procura do Maleko, mas ele não estava lá. Um buraco havia sido feito no teto, dando para uma das portinholas mais afastadas do convés inferior.
A navegadora sentiu um nó na garganta e apanhou seu arco das costas, colocando uma das flechas de prontidão para acertar uma das criaturas e fugir depois de encontrar seu amigo. Mas o buraco era pequeno demais para o corpo robusto e escamoso dos híbridos-peixe, e havia sido aberto por algum tipo de explosão concentrada de dentro para fora, sem qualquer rastro de pólvora.
O Maleko havia fugido, era tudo que ela sabia. Tinha voltado para casa talvez, sem se despedir de ninguém. Ou tinha fugido daqueles monstros que atacavam o navio. Será que eles tinham vindo buscá-lo? Era tarde demais agora. Chuva de Outono precisava conter a dúvida e o remorso em seu coração, e voltar a ser a elfa alegre e esperta de sempre.
Com Violka na ilha e Stevo morto, ela era a única chance da tripulação escapar. E ela só conseguiria fazer isso se deixasse as preocupações de lado e voltasse a enxergar tudo como uma grande brincadeira, deixando a imaginação fluir e com ela seus sortilégios. O som dos tiros dos arcabuzes e o gorgolejar das criaturas a guiavam até o palco onde faria seu número especial de magia élfica.
Filha prematura do pântano e da decadência
Desperte de seu torpor e liberte sua essência
O broto murcho na palma da mão da navegadora se abriu com um estalido seco, liberando uma névoa esverdeada que como uma nuvem se espalhou entre as criaturas, as fazendo guinchar e se encolher de repulsa e náusea. Elas eram como peixes afinal de contas, e seus olhos e narinas sensíveis não toleravam aquela neblina tóxica e fétida.
Aproveitando a distração, a tripulação do Hummingbird fugiu de volta ao convés e escalou os cordames do navio, esperando pelos invasores com as armas apontadas. Quando as criaturas surgiram finalmente, desorientadas em busca de ar fresco, balas e flechas se derramaram sobre suas cabeças, caindo com força sobre elas como uma chuva de outono.
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semana 21
Wild Hunt [Semana 21]
Autor: Marlon Kalango
Capitulo 20: Lembranças de outra vida.
Capitulo 20: Lembranças de outra vida.
Novamente, estava naquele sonho. Desta vez, do ponto onde havia parado: eu era Blader novamente, e estava em frente ao garra. Bradei meu desafio ao dragão, e a explosão aconteceu. Mas desta vez, pude ver que, joguei minha mochila no focinho da fera segundos antes da explosão. O clarão se seguiu, e a onda de impacto me jogou para longe. Cai da beira do penhasco em uma parte mais baixa. A Fera fugira, gritando em dor. A corrupção aparentemente também parou de se espalhar por meu corpo, mas eu sabia que isso não seria para sempre. Não tinha mais forças para nada. Havia perdido um braço, estava sentindo dores enormes por todo meu corpo, e não tinha forças para sequer tentar me por em pé. Se quisesse sair dali, teria que escalar o paredão ou arriscar me jogar nas aguas gélidas do lago abaixo e ferido desse jeito, nenhuma das duas opções era viável. Respirei fundo, e imediatamente me arrependi soltando um grunhido ao sentir a dor de alguma costela quebrada.
-Oh Espíritos....Que o Lobo tenha piedade da minha alma, e eu possa ter paz...
O vendo gélido me castigava. Comecei a entoar uma melodia aos Espíritos Selvagens. A musica era harmoniosa, porém triste. E ao mesmo tempo, uma prece: para que meu espirito tivesse paz. Para que meus entes queridos pudessem viver bem. Que eu não sucumbisse à corrupção de Jormag. Meu espirito foi o que me deu forças. Vez ou outra, olhava para baixo, para o lago. Vi um Quaggan que olhava de volta, estendendo suas pequenas mãos. Quis alcançá-lo, mas não tinha forças. Minha canção continuou. E por dois dias e duas noites, eu a entoei.
E então, na manhã do terceiro dia, eu senti uma brisa quente e acolhedora. Os raios de sol tocaram minha pele, e senti como se uma mão me acariciasse. Senti cheiro de lírios, e sorri. Minha hora havia chegado. Eu não seria um servo do dragão, e meu grande amor veio me buscar.
-Oh, minha amada Lyla. Minha linda flor da primavera, você veio me buscar enfim.
-Meu eterno amor- Ela sorriu, e minha alma se aqueceu com aquilo. - Você terá a paz que merece, e estaremos sempre juntos agora. E não se preocupe quanto aos que você ama. Os Espíritos olharão por eles, e seu coração sempre estará com eles. Isso, eu lhe garanto. Meu amor por você seguirá para sempre, nesta missão. Agora vamos, Blader. Para os campos do Sonho.
Eu estava em paz. Estava inteiro novamente. Sem dor, sem corrupção, e com meu grande amor. Fui em direção à luz, ao calor confortante e tudo ficou claro. Descansei.
E ao fim do brilho dourado, de amor e paz, uma nova alma emergiu e sorri. E pude ver atravez dela. Pude ouvir em sua consciência o chamado por meu querido irmão, e o amor de Lyla. Pude ouvir, com muito carinho, aquele nome familiar e abençoado, despertando naquela noite de primavera: “Meu nome é Etherdry.”
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-Oh Espíritos....Que o Lobo tenha piedade da minha alma, e eu possa ter paz...
O vendo gélido me castigava. Comecei a entoar uma melodia aos Espíritos Selvagens. A musica era harmoniosa, porém triste. E ao mesmo tempo, uma prece: para que meu espirito tivesse paz. Para que meus entes queridos pudessem viver bem. Que eu não sucumbisse à corrupção de Jormag. Meu espirito foi o que me deu forças. Vez ou outra, olhava para baixo, para o lago. Vi um Quaggan que olhava de volta, estendendo suas pequenas mãos. Quis alcançá-lo, mas não tinha forças. Minha canção continuou. E por dois dias e duas noites, eu a entoei.
E então, na manhã do terceiro dia, eu senti uma brisa quente e acolhedora. Os raios de sol tocaram minha pele, e senti como se uma mão me acariciasse. Senti cheiro de lírios, e sorri. Minha hora havia chegado. Eu não seria um servo do dragão, e meu grande amor veio me buscar.
-Oh, minha amada Lyla. Minha linda flor da primavera, você veio me buscar enfim.
-Meu eterno amor- Ela sorriu, e minha alma se aqueceu com aquilo. - Você terá a paz que merece, e estaremos sempre juntos agora. E não se preocupe quanto aos que você ama. Os Espíritos olharão por eles, e seu coração sempre estará com eles. Isso, eu lhe garanto. Meu amor por você seguirá para sempre, nesta missão. Agora vamos, Blader. Para os campos do Sonho.
Eu estava em paz. Estava inteiro novamente. Sem dor, sem corrupção, e com meu grande amor. Fui em direção à luz, ao calor confortante e tudo ficou claro. Descansei.
E ao fim do brilho dourado, de amor e paz, uma nova alma emergiu e sorri. E pude ver atravez dela. Pude ouvir em sua consciência o chamado por meu querido irmão, e o amor de Lyla. Pude ouvir, com muito carinho, aquele nome familiar e abençoado, despertando naquela noite de primavera: “Meu nome é Etherdry.”
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Contos do Amante da Morte [Semana 21]
Autora: Mari-Youko-Sama
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