sexta-feira, 6 de junho de 2014

Semana 11 + Resultado da semana 10 + Atividade de junho

Semana 11 do MONOBA

Mais uma semana do MONOBA está no ar! Continue acompanhando a batalha mais divertida da internet. Infelizmente, não teremos nessa semana: "Neocene II - nanoships", "Wild Hunt" e "SentiMente". Confira as histórias clicando nos links a baixo, na aba de cada história ou navegando pelo blog.


Pepper & Donuts: Capítulo 11 - Donuts 11: Sorriso

Nave Fantasma: Pontos.

Filho das Profundezas: Parte XI - Colibri

Requiem: O Descrente

Contos do Amante da Morte: Capítulo 10 – Ventos do Norte


Boa leitura e divirta-se. Lembrando que você já pode votar na sua história preferida. Vote na enquete que se encontra na aba lateral do blog ou na aba "Votação". A votação vai até dia 11 de junho (quarta-feira). E não perca! A nova rodada de “novels” estará no ar dia 13 de junho (sexta-feira).


Resultado da votação da semana 10

Com um total de 20 votos, o MONOBA apresenta os ganhadores da semana:

Em primeiro lugar, com 9 votos, a história "Contos do Amante da Morte", de Mari-Youko-Sama.
Em segundo lugar, com 4 votos, a história "Requiem", de Natalie Bear.
Em terceiro lugar, com 3 votos, a história "Pepper & Donuts", de Adriana Yumi (que disputou a colocação com "Filho das Profundezas", de Marco Fischer, em uma votação interna de desempate).

Em seguida temos "Filho das Profundezas", de Marco Fischer (3 votos); "Nave Fantasma", de Lucas Suwgamm (1 voto); "Wild Hunt", de Marlon Kalango (sem voto) e "SentiMente", de Silvia Verlene (sem voto). "Neocene II - nanoships" está duas semanas consecutivas sem participar do MONOBA, então receberá um ponto negativo (-1).

Parabéns aos vencedores da semana!
Confira mais detalhes da pontuação em "Ranking".


Atividade de junho - Homenagem para os escritores.

Você tem até às 23:59 do dia 11 de junho (próxima quarta-feira) para ajudar o seu escritor favorito a conquistar pontos extras! Basta fazer uma homenagem - que pode ser uma ilustração ou fanfic - com o tema "música". O que está esperando? Para saber mais como enviar sua homenagem, visite a aba "Atividade Extra". Todas as homenagens serão postadas na nossa página do Facebook: www.facebook.com/mobilenovelbattle. Curta e fique de olho nas novidades!

Neocene II – nanoships [Semana 11]

Autor: Moonlance

- Sem capítulo esta semana -

Pepper & Donuts [Semana 11]

Autora: Adriana Yumi
Capítulo 11 - Donuts 11: Sorriso

Misaki petrificou.

Não conseguiu se mover, apenas seus olhos cheios de medo pareciam ter vida naquele momento. Ela queria fazer algo, fugir, gritar, pedir por socorro, fazer qualquer coisa, mas seus membros não obedeciam. O rapaz avançou em direção à Misaki, mas antes que pudesse fazer qualquer mal à garota, notou um barulho vindo de trás. Era Aiko.

- Saiam de perto dela ou eu começo a gritar tão alto que todo mundo vai vir aqui!!
- Ih sujou! Vamos embora!
- Deixa  a piveta aí, cara! Vamos vazar antes que a coisa fique feia!
- Aff, se safou menina. Vamos embora então!!

Os arruaceiros saem correndo, deixando o parque. Diante da comoção de Aiko, alguns curiosos, que estavam ali no parque de passagem, observam o ocorrido, mas percebendo que não era nada grave, voltaram a caminhar ou a continuar seus afazeres. Misaki baixou a cabeça e passado o susto, sentiu suas mãos trêmulas, porém não largava das correntes que estavam presas ao banquinho, ao invés disso, as apertava com mais força. O vento balançava espontaneamente o balanço onde estava sentada, como se quisesse confortá-la. Aiko se aproxima da garota e lhe dá um sorriso.

- Miki, até quando você vai fazer essa cara? Vamos brincar!!

Ao notar as palavras e o sorriso de Aiko, Misaki sentiu seu mundo ganhando uma nova cor. Aquela garota tímida e fria estava com um sorriso radiante, um sorriso que abria e aquecia o coração da pessoa mais depressiva do mundo.

- Vamos sim!!

Misaki se levanta do balanço e as duas garotas vão brincar no parquinho até tarde da noite, fazendo os pais de Aiko irem até lá procurar por elas. Apesar da bronca que as meninas levaram por ficarem fora de casa até tão tarde, após esse incidente a amizade das duas cresceu. Elas compartilhavam quase tudo juntas, iam para a mesma escola, conversavam e brincavam bastante, de forma que ambas resolveram fazer uma promessa: a de nunca se separarem. Como prova da promessa, Misaki fez duas pulseiras coloridas, uma pra ela e outra pra Aiko, onde ambas usavam pra tudo quanto era lugar. Elas não sabiam, porém, que os pais de Aiko estavam sofrendo com as despesas da casa, que aumentavam a cada mês que passava. E a gota d'água veio num dia chuvoso de inverno.

- Não acredito!! Por que eles te demitiram, querido?!
- Disseram que era corte de funcionários...como eu era o mais novo, fui um dos primeiros a sair...eu e mais uns 10 de lá foram demitidos, praticamente.
- E agora, como vamos fazer pra criar duas meninas? Tudo bem que estão enviando dinheiro pra custear as despesas da Misaki, mas mesmo assim...
- Já faz um tempo que estava pensando...pode parecer loucura, mas...
- O que foi?
- Por que não tentamos algo no Japão?
- No Japão...?
- Japão? Eu vou ter que ir embora...?

Aiko ouve sem querer a conversa.


Ir para o próximo capítulo de "Pepper & Donuts"

Nave Fantasma [Semana 11]

Autor: Lucas Suwgamm
Pontos.

Sobre uma superfície lisa e translúcida um modelo tridimensional da nave misteriosa era projetado, pequenos pontos coloridos representavam Foster e o seu grupo de exploradores assim como outras pessoas e criaturas que os cercavam.

Toda essa informação era acompanhando por olhos verdes e atentos de Yukina, em especial, no ponto azul-esverdeado, que representava o seu amado Jhon Foster; acabara de restabelecer a comunicação com o grupo, passando por todo bloqueio imposto pelos renegados e os primeiros dados recebidos não era nada animador.

— O que está acontecendo? — indagava o homem de cabelos pretos e mexas azuladas que caiam sobre a testa, ao ver a miniatura digital da nave.

 — os 5 pontos de distintas tonalidades de azul, são os nossos companheiros, os amarelos são os rebeldes e os roxos de centro esbranquecidos são Nêcroneos....— falava a moça oriental sem tirar o olhar da projeção.

— Eu sei o significado das cores, fiquei dias para decorar isso na academia – Brian gesticulava com as mãos — o que eu quero entender é o que aconteceu quando estávamos sem comunicação?  — Seu olhar expressava cada vez mais confusão – Que diacho!! De onde vieram estes malditos Nêcroneos?!

— Não sei... — Yukina deu uma pausa ao ver alguns pontos roxos sumindo, junto com um amarelo – No entanto, estão ganhando. — Tentava manter a calma, tentando esconder toda sua preocupação.

Ao ver a última mancha roxa desaparecendo entre uma amarela e o azul-esverdeado de Foster, Yukina suspirou aliviadamente, no entanto, não podia relaxar totalmente, ainda havia muitos sinais amarelos perto dos seus companheiros.

— Será que vai aparecer mais destas criaturas? — mentalmente, o jovem recruta amaldiçoava seu destino, por acontecer tudo isso em sua primeira missão.

— Também não sei... só sei que precisamos achar alguma forma de ajudá-los contra os rebeldes agora  —  a moça virou de costa para a mesa e se dirigia para o painel da nave, afim de se comunicar com o restante da equipe.

- MAS O QUE ACONTECEU?! - Brian colocou as duas mãos sobre a mesa projetora.

O grito do jovem fez com que Yukina imediatamente parasse com o seu afazer virando novamente para a imagem holográfica no mesmo instante, sua expressão mudou totalmente, pois visualiza o ponto que representava Foster caindo pelo holograma, junto com outro amarelo.

O sinal do capitão desaparecera instantes depois, assim como a coloração de Yukina que ficava cada vez mais branca, seus olhos não transmitiam mais vida, a imagem calma que tentava transmitir a pouco, desfarelava-se completamente, queria gritar, mas não conseguia, queria correr para a mesa, mas suas pernas não se mexia e o pior, tremiam em sinal de fraqueza, deixou-se cair de joelhos, no movimento, o cabelo cobriu o seu rosto, enquanto olhava para o nada, imaginando o pior.


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Filho das Profundezas [Semana 11]

Autor: Marco Fischer
Parte XI - Colibri

O convés do Hummingbard balançava de forma quase imperceptível nas ondas, seguindo o vento e pouco a pouco se afastando da ilha. Violka desceu as escadas do convés com a ajuda de uma muleta, acompanhada por um homem careca de porte atarracado e com um espesso bigode grisalho. Eles caminharam entre a tripulação atarefada até um pequeno aposento no porão, onde o Maleko se encolhia em um canto úmido, o olhar estrelado vago e distante.

-Você ainda não deve ter comido nada hoje. – disse a capitã segurando um lampião e olhando para o garoto-peixe com preocupação – E temos aposentos melhores no navio, se quiser saber.

-Estou bem aqui. Muito seco e barulhento lá em cima. – respondeu o Maleko com aparente cansaço na voz. Ainda estava confuso e fraco depois do que havia acontecido no abismo, e apenas concordara em embarcar por não ter escolha. Tanto o Rei Polvo como o Kahuna o consideravam uma ameaça agora, e ele não seria mais bem-vindo no santuário da ilha.

Com um suspiro de resignação, Violka assentiu para o homem que o acompanhava e este colocou um balde com alguns atuns frescos próximo ao rapaz. Sem nenhuma cerimônia, o Maleko avançou sobre um dos peixes e começou a devorá-lo vorazmente, ali mesmo na frente dos dois.

-Bâldâbâc! Parece que você já está bem à vontade aí mesmo. – exclamou Violka com uma expressão que misturava uma risada com uma careta de nojo. Ela então se virou ao escutar a navegadora elfa que se aproximava com urgência, trazendo em sua mão a luneta.

-É o navio de Faulkner – alertou Chuva de Outono – Tão vindo atrás da gente.

Violka seguiu a elfa até a popa e lhe tomou a luneta das mãos, vendo o navio dos Arautos do Vapor expelindo uma grossa coluna de fumaça pelas chaminés de sua caldeira mecânica, que trabalhava com toda a força para ganhar o máximo de velocidade. Aquele não era um ritmo que conseguiriam manter por muito tempo, mas seria o suficiente para abordar o pequeno e ágil Hummingbird.

-Olha lá o homenzinho e seu brinquedo achando que pode vir aqui e levar o nosso hóspede. – disse Violka com escárnio, abaixando a luneta e sorrindo para a elfa. - Vamos mostrar a ele porque ninguém alcança o nosso navio!

-Ah! Eu tava só esperando você falar! – respondeu Chuva de Outono com uma alegria infantil, correndo animada para o timão e fechando os olhos enquanto começava a entoar uma canção melodiosa e ressonante, como o canto de uma baleia.

Dente de leão, pitada de poeira.
Que leva embora a brisa altaneira.
Leva também esse barco a navegar.
Para ir nas nuvens também flutuar.


A tripulação do Hummingbird já sabia o que fazer assim que começou a escutar o encantamento. Se segurando firme nos cordames, eles sentiam a vibração cada vez mais forte vinda do casco. Logo, várias asas de luz como as de um colibri em voo surgiam nas laterais do navio, o erguendo das ondas para o céu dourado do poente.


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Requiem [Semana 11]

Autora: Natalie Bear
O Descrente

Com a ruidosa baderna vinda da entrada do porão, o clima tornava-se mais carregado e agitado.

- Senhor Louie, deixe-o entrar antes que destrua tudo aqui. - Levine sugeriu ao sujeito de rosto gorducho.

- Ah… Sim senhor. - ele apressou-se, voltando de onde viera.

- Os dias andam agitados por aqui. - o homem de meia idade confessou para a jovem com um sorrisinho enfadonho.

-  Por favor, senhor Levine - Rebeca continuou, ignorando o barulho e gritaria - Passe-me todas as informações sobre o que aconteceu ao meu pai. Estou desesperada. Tenho que resgatá-lo à tempo! - seus suplicantes olhos de avelã enchiam-se de lágrimas - Ele precisa de mim… E eu preciso do artefato… - murmurou e baixou o olhar, ainda mais desanimada.

- A última vez que o vi ainda estávamos em Vilcabamba. - o sujeito alisou a barba lentamente, aparentando um pouco de nervosismo com o alarde que começava a se cessar - Acredito que nativos tenham o levado para algum lugar mais ao sul, para perto de Titicaca, como disse mais cedo.

Antes que a garota pudesse responder, os dois ouviram latidos reverberando pelas paredes do local.

- Xerife? - Rebeca balbuciou abismada, virando-se na direção do latido.

Poucos segundos depois a animal apareceu correndo na direção dela, sentou-se em sua frente e abanou a cauda com entusiasmo.

- Olá Xerife! - a moça esboçou um sorriso e agachou-se para acariciar sua cabeça, contente de ve-lo novamente.

O cão lambeu o rosto dela em resposta aos afagos.

- Você é o patrão destes desordeiros? - Lawrence, que estava de mãos vazias, aproximou-se deles e dirigiu-se à Levine, seguido de mais cinco homens que vinham em sua cola. Um deles era Louie e outro o homem que usava um chapéu e tinha o abordado na rua mais cedo.

- Sim. - Levine respondeu de forma imponente.

- Comande-os para nos deixar em paz em nossa viagem. - decretou resoluto.

- O senhor veio até aqui por mim? - a senhorita Williams arregalou os olhos em surpresa,  esperançosa e foi respondida por um movimento de cabeça dele.

- Sinto muito por te-los atrapalhado, mas irei recompensa-los pelo transtorno que causei. Me juntarei à vocês na viagem até Cuzco e providenciarei o que necessitarem.

- Oh! Muito obrigada, senhor Levine! - Rebeca agradeceu entusiasmada.

- Não. - Lawrence respondeu, logo depois dela, rispidamente.

- Por que não? - ela exclamou incrédula.

- Não precisamos. - segurou a moça pelo pulso e a arrastou para fora, enquanto Rebeca resmungava reclamando e Xerife os acompanhava.

Senhor Levine estranhou como seus subordinados observavam os dois se retirarem com olhares arregalados, até que o sujeito com chapéu aproximou-se e informou que Lawrence estava armado.

- Senhor Levine ia ajudar! - Rebeca bradou indignada, quando o trio estava fora da fábrica.

- Um homem que lhe sequestra não pode estar querendo ajudar.- resmungou irritado, puxando-a apressadamente para longe. Um minuto bastou para que Lawrence colocasse senhor Levine na lista de não-confiáveis.


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Wild Hunt [Semana 11]

Autor: Marlon Kalango

- Sem capítulo esta semana -

“SentiMente” [Semana 11]

Autora: Silvia Verlene

- Sem capítulo esta semana -

Contos do Amante da Morte [Semana 11]

Autora: Mari-Youko-Sama
Capítulo 10 – Ventos do Norte

Nas terras mais ao norte no Cerco de Súlinm, o calor era sentido com muito mais ferocidade que nas distantes colinas do Sul do Cerco de Haldris de onde Marcos viera. No posto onde tinha sido enviando passava os dias fazendo serviços ordinários, como tapar buracos na barreira feita de traves de madeira, ou cavar sulcos nas áreas externas a barreira, embora ouvisse dos outros soldados que todos aqueles pequenos trabalhos eram importantes para a guerra, Marcos sabia que todos estavam felizes pelas linhas do extremo norte serem capazes de conter os avanços vindos do Cerco vizinho de Eadgar.

Por isso não havia muito que fazer para se ocupar. Afora o horário da manhã, onde era obrigado a treinar com os espadachins e servir de chacota aos guerreiros mais velhos por sua pouca perícia com espada, tinha de alimentar cavalos e fazer reforços em todo o posto e nas adjacências. Mas naquele dia, Marcos estava no grupo de obtenção de comida, caminhava por horas a fio nas redondezas, abrindo trilhas, caçando animais que já estavam escassos nos arredores e recolhendo ervas e demais plantas comestíveis.


“Nunca me esquecerei daquela sensação, quando avistei a coluna de fumaça e quando o vento mudou de direção trazendo aquele aroma inconfundível… e o terror da morte.”


Quando Marcos avistou a coluna de fumaça a distância, sabia que ali era a primeira torre de vigilância e logo uma sensação de medo lhe acometeu. Poderia ser apenas um incêndio comum, mas em seu âmago sabia que precisaria correr. Quando retornou ao posto, as notícias já tinham chegado junto a um falcão: era realmente um ataque.

Da murada principal era possível ver o estandarte Laranja com o brasão de lança e espada cruzadas, das terras de Eadgar. Junto a este, uma fileira enorme de cavalos se alinhava na parte superior da colina, a sombra daqueles homens montados encobriu a luz do sol que se punha atrás do exército inimigo.

Marcos sentia suas mãos tremerem, seu coração estava na garganta e suor escorria pela testa, seus olhos percorreram o horizonte. O moreno cerrou o punho, a ponto de sentir as unhas na carne da mão, e amaldiçoou mentalmente a covardia em seu espirito. Quando uma voz rouca rasgou o silêncio em uma ordem seca:

– Peguem suas armas e escudos! Assim que o sol se pôr, atacarão. E daremos a eles as boas-vindas de Súlinm.


“Dizem que enquanto se está vivo, é a constante busca pela felicidade que mantém a esperança para encarar o dia de amanhã, mas na verdade, tudo isso é balela. As memórias mais fortes são as mais aterrorizantes, dias de fome e frio certamente tornam-se pesadelos recorrentes, mas o verdadeiro terror está na morte iminente. E é esse medo que faz cada ser vivente se agarrar como um verme à vida. Os dias obscuros de guerra são recordações tão presentes que ao fechar os olhos, todos os aromas e sensações retornam como se eu ainda estivesse vivendo aqueles momentos.”


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