sexta-feira, 27 de junho de 2014

Semana 14 + Resultado da semana 13 + Atividade Extra de Julho

Semana 14 do MONOBA

A nova rodada de "novels" está no ar! Infelizmente não teremos "Neocene II - nanoships" e "Requiem" nesta semana. Confira as histórias clicando nos links abaixo, na aba de cada obra ou navegando pelo blog!


Pepper & Donuts: Capítulo 14 - Donuts 14: Confronto

Nave Fantasma: Descanso.

Filho das Profundezas: Parte XIV - Clarão

Wild Hunt: Capitulo 13: Wolfborn

Contos do Amante da Morte: Capítulo 12: Averno Laranja


Divirta-se! Tenha uma boa leitura! As votações já estão abertas e vão até às 23:59 do dia 2 de julho (quarta-feira). Você pode votar na enquete que fica na aba lateral no blog ou na aba "Votação". Fique de olho, pois a nova rodada de "novels" estará no ar dia 4 de julho (sexta-feira).


Resultado da votação da semana 13

Totalizando 11 votos, segue a seguinte classificação:

Em primeiro lugar, com 5 votos, a história "Filho das Profundezas", de Marco Fischer.
Em segundo lugar, com 4 votos, a história "Nave Fantasma", de Lucas Suwgamm.
Em terceiro lugar, com 2 votos, a história "Requiem", de Natalie Bear.

Seguidos de "Pepper & Donuts", de Adriana Yumi (sem voto) e "Wild Hunt", de Marlon Kalango (sem voto). "Contos do Amante da Morte", de Mari-Youko-Sama não participou desta semana, então não recebe ponto. "Neocene II - nanoships", de Moonlance está a cinco semanas consecutivas sem participar do MONOBA, então receberá quatro pontos negativos (-4).

Parabéns aos vencedores da semana!
Confira mais detalhes em "Ranking".


Atividade Extra de Julho

Você ainda tem tempo para ajudar o seu escritor favorito! Basta fazer um fanart ou uma fanfic de alguma das suas histórias favoritas do MONOBA até às 23:59 do dia 9 de julho. Você pode fazer quantas "homenagens" quiser, de quantas obras desejar! Cada "homenagem" vale 1 ponto para o autor homenageado, além da chance de ganhar mais pontos através da escolha da melhor homenagem. O tema deste mês é "inverno". Descubra mais como enviar sua homenagem na aba "Atividade Extra". Lembrando que todas as homenagens serão postadas na nossa página do facebook: www.facebook.com/mobilenovelbattle. Esperamos por você!

Neocene II – nanoships [Semana 14]

Autor: Moonlance

- Sem capítulo esta semana -

Pepper & Donuts [Semana 14]

Autora: Adriana Yumi
Capítulo 14 - Donuts 14: Confronto

O pai de Misaki era professor universitário na mesma faculdade que Masaki estudava e às vezes conseguia voltar no horário de almoço para almoçar com a família. Misaki almoçou com a mãe e Aiko, que tentou em vão conversar com a garota durante a refeição. Porém, a garota de cabelos azuis ficou quieta o tempo todo, e após terminar sua refeição, trancou-se no quarto.

- Tenho tarefa pra entregar amanhã. Vou estudar no quarto.
- Tudo bem, filha...

Na verdade a garota nem tinha tanta coisa assim pra adiantar, mas não sentia-se a vontade em ficar junto da prima. Além disso, tinha o seu pai, que provavelmente iria lhe dar um sermão bem forte. Pensando nisso, Misaki ficou o dia todo jogando videogames e revendo as lutas do Mosqueteiro Rosa até que chegou o horário da conversa com o pai.

- Miki! O pai está esperando você lá na sala.
- Ok. Já tô indo.

Misaki saiu do quarto e encontrou seu pai a esperando, de pé, com um ar severo.

- Posso saber que comportamento mais mesquinho foi esse ontem?! Nós tínhamos visitas!
- Não estava bem ontem, só isso.
- Isso não é motivo pra ficar se escondendo no seu quarto!! Imagina se eu trago algum colega do trabalho aqui e você me faz isso, onde vou enfiar a cara? Vão achar que eu tenho uma esquisita em casa!

Depois da última frase que ouvira do pai, Misaki perdeu o controle.

- Se você vai ficar me xingando de “estranha”, “bicho do mato” e outras porcarias que você fala sempre que é pra ficar dando exemplo, então me dá logo a droga do castigo que eu vou lá quietinha fazer!!
- Escuta aqui, sua boca-suja. Não te eduquei pra você ficar falando assim comigo, tenha mais respeito com o seu pai!
- ME EDUCAR?! Hahahaha, ONDE?! Você praticamente me jogou de casa em casa quando era criança!! Primeiro foi com os tios da Aiko, aí depois foi com a vovó e o tio Akihiko e agora quer dar uma de pai bonzão, cobrando coisa que você DEVERIA ter feito?!
- Você ainda me deve respeito, entendeu mocinha? Quem paga a sua escola sou eu, quem paga a comida e as roupas que você veste sou eu. Exijo mais respeito de você sim! E enquanto você estiver morando sob esse teto, você vai estar sob as minhas regras!
- Grande porcaria essas regras se eu nunca tive um pai presente, diferente do Masaki que você mima até onde não pode né?

Masaki e a mãe estavam ouvindo os gritos da cozinha.

- Mãe, não é melhor a gente ir lá...? A Miki e o pai sempre discutem mas acho que dessa vez eles estão passando um pouco dos limites.
- Vamos esperar mais um pouco e depois vamos lá, filho...

Masaki ficou apreensivo, pois temia pelo rumo em que a discussão estava tomando.


Ir para o próximo capítulo de "Pepper & Donuts"

Nave Fantasma [Semana 14]

Autor: Lucas Suwgamm
Descanso.

Passos apressados ecoavam pelos corredores e junto com respirações ofegantes compunham a trilha do ambiente; o homem rechonchudo comandava a fila, demostrando uma habilidade além da sua aparência física, era seguido pelas duas mulheres, logo atrás vinha o homem de cabelo preto, sempre olhando para todos os lados.

— Certeza que não estamos perdido? — Indagou a moça menor.

— Tenho!- O homem de pele clara e rosto redondo olhou para trás – Decorei quase toda a planta dessa nave.

— PAREM!!! — Gritou Edgar e parando a sua corrida logo em seguida. Imediatamente todos fizeram o mesmo e colocaram-se em posição de alerta, afinal os eu companheiro não era de extravasar desse jeito.

— O que foi?! Ouviu algo? — Michael já esperava o pior.

— Não, só queria descansar um pouco, estamos correndo faz horas – Encostou na parede mais próxima e suspirou.

— O que? — É agora que eu te mato! — O loiro avançou em direção do moreno cabeludo, no entanto, Milene segurou seu braço.

— Sem precipitações Michael! Apesar de eu querer fazer isso também com esse folgado, entendo que isso pode ser bom, afinal não paramos desde que Foster...

— Não morreu! — Samara interrompeu a fala da mulher gigante, quase em pranto.

— Não ia dizer isso Samara...— Milene Passou a mão na cabeça da delicada moça, mostrando um certo afeto por ela – No entanto, não podemos fugir desse assunto para sempre – deu uma olhada maldosa para Michael.

— Não estava fugindo do fato de não termos mais... ele – Olhou para o lado, desviando do olhar da moça – Só estava fazendo a gente chegar na sala de controle antes dos renegados. Afinal, essa era a nossa missão.

— Está errado....ISSO TUDO ESTÀ ERRADO! — O grito de Samara fez com que todos olhassem para ela – Não devíamos ter fugido de lá, mas sim descido para ajudá-lo. — já não conseguia esconder suas lágrimas de preocupação.

— Não se preocupe, já passamos pro situação piores antes de você se juntar conosco, principalmente o Foster … ele está bem. — Michael passou as mãos nas costas de Samara tentando consolar a pobre moça.

— Mas aquele homem está com ele... — Samara imaginava o pior e isso a preocupava muito, afinal Foster era o seu ídolo, o real motivo dela ter entrado na academia e ter escolhido essa tripulação. E se arrependia de não ter contado isso para ele ainda.

— Ele não parece ser grande coisa, Foster já deve ter dado um jeito nele – Milene estava confiante em suas palavras.

— Qu...qual..qual.. os próximos passos, chefe?  – Samara tentava se acalmar, afinal, ela estava em uma missão, não poderia perder a calma dessa maneira – Vamos logo para o nosso objetivo, afinal, nosso comandante deve estar indo para lá. —Forçou um sorriso simpático, para tentar demonstrar que estava tudo bem.

— Vamos descansar um pouco. — Michael olhou torto para Edgar, mas esse estava no seu próprio mundo e não prestava atenção em seus companheiros. -  Depois nos cortinaremos a nossa jornada, com cuidado...Vamos tentar evitar novos perigos.- Sua mente estava tentando entender o porquê de haver Nêcroneos na nave.


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Filho das Profundezas [Semana 14]

Autor: Marco Fischer
Parte XIV - Clarão

Faulkner tentou limpar o sangue da lente de seu olho-luneta, mas tudo que conseguiu foi deixá-la embaçada. Com seu olho bom prejudicado pela laceração em seu rosto, essa era toda a visão que tinha agora. Tudo que conseguia enxergar eram as lâmpadas no convés e a luminosidade azul-elétrica daquelas bestas que se aglomeravam na proa, depois de terem atacado seu navio de surpresa.

Um súbito clarão ofuscou a lente enquanto um som explosivo quase estourou seus tímpanos. Os tripulantes sobreviventes no castelo de popa disparavam mais uma vez contra as criaturas que tentavam avançar, e misturado ao cheiro da pólvora vinha o fedor pegajoso de peixe velho e algas podres. Faulkner nunca havia se deparado com seres tão agressivos e estranhos.

Agora que a ferida em sua face começava a parar de sangrar, ele conseguia enxergar melhor a situação. Os monstros já ocupavam toda a parte central do navio, roçando uns contra os outros enquanto devoravam os marinheiros caídos com suas cabeçorras de peixe. Os olhos eram cinzentos e vazios, e as escamas negras como a noite que os cobria, com exceção dos pontos em que a intensa bioluminescência azul reluzia o couro oleoso e pulsante.

Enfraquecido pela perda de sangue, o capitão dos Arautos do Vapor tremia para se manter de pé e sequer conseguia empunhar o próprio rifle, que estava caído ao seu lado. Havia algo naquelas coisas que inquietava seu espírito além da matança que causavam. Pareciam ter saído de um pesadelo, mas ao mesmo tempo em que provocavam horror havia uma estranha familiaridade que impedia que mantivesse o olhar por muito tempo.

Mesmo para um homem racional como Faulkner, ver aquelas criaturas lutando contra sua tripulação era algo que trazia as mais terríveis suposições. Seu conhecimento científico, na verdade, parecia estar lhe pregando uma peça, atribuindo características humanas àqueles seres marinhos. Eles não eram simplesmente bípedes e desajeitados como outros monstros que habitavam o oceano. Para a mente do capitão, a fluidez com que se moviam na superfície só podia ser fruto de algum tipo de cruzamento com a raça humana.

Paralisado de fraqueza e terror, o capitão teria ficado ali diante de sua cabine até o inevitável fim se não fosse despertado por George, o mecânico moreno e gordinho que surgia sujo de fuligem da sala de máquinas e agarrava seu braço enquanto falava apressado.

-Capitão, a gente trancou as saídas de vapor da caldeira e colocamos pra funcionar no máximo. Vamos estourar o navio junto com essas coisas, então é melhor correr pra água!

Antes que tivesse tempo de responder, Faulkner já estava sendo praticamente jogado em um dos botes do navio, enquanto os sobreviventes escorregavam pelas cordas e correntes a seu encontro. A explosão veio antes de o bote chegar à água, mandando várias das criaturas pelos ares, enquanto as restantes fugiam para as profundezas.

-O que eram essas coisas? – perguntou George, o rosto iluminado pelas chamas.

-Infelizmente eu desconheço. – respondeu Faulkner - Mas desconfio que tenha a ver com aquela cigana infame!


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Requiem [Semana 14]

Autora: Natalie Bear

- Sem capítulo esta semana -

Wild Hunt [Semana 14]

Autor: Marlon Kalango
Capitulo 13: Wolfborn

As palavras de Arawn ficaram suspensas no ar por segundos. Subito, senti algo em meu interior queimar, como uma lembrança dolorosa em forma de dor fisica. Eu nem percebi meu corpo se movendo por conta própria e me posicionando na beira do morro. Dei ordem ao meu cão e ele disparou morro abaixo como um relampago. Os Filhos de Svanir mal notaram sua aproximação,e ficaram pasmos com o vulto verde que passou veloz arrastando consigo o Quaggan para longe. Cinco flechas estavam em minha mão, posicionadas já na corda do arco, em minha mente uma prece que não conhecia entoava o nome da deusa da natureza, Melandru. Eu disparei as flechas aos ceus, e um único sussuro partiou de meus lábios nesse momento:

-Barragem.

Um zunido se ouviu, e então dezenas e mais dezenas de flechas começaram a chover dos céus direto no grupo inimigo. Eles foram pegos de surpresa, e não tiveram como fugir do ataque. As flechas desciam impiedosas, rasgando carne, roupas, e perfurando atravez da pele. Eles cairam, e dos cinco, três nunca mais iriam se levantar. Dois, munidos de escudos, conseguiram ainda sobreviver ao ataque quando ele finalmente cessou. Cambaleei um pouco pra trás, e Arawn me segurou.

-O que foi isso? - Ele me perguntou, surpreso.

-Não faço ideia, mas funcionou. - Olhei, e vi os dois ultimos inimigos se pondo de pé. - Ainda não acabou, vamos!

Descemos o morro. Disparei uma flecha que foi prontamente defendida pelo escudo de um deles. Arawn murmurava encantos, e com um movimento de seu cetro, vi mãos cadavéricas sairem do chão e agarrar as pernas dos dois Filho de Svanir, desequilibrando-os. Mais um movimento, dessa vez de sua adaga, e um enxame de insetos negros foi em direção a eles. Ambos gritaram, e feridas brotavam em sua pele.Disparei mais uma vez, abatendo um. Arawn foi em direção ao outro, calmo. Não havia mais escapatória. Ele pisou sobre o peito do inimigo caido, fazendo-o cuspir sangue.

-O que vocês fazem aqui, Svanirs? Porque o Quaggan? - Ele disse, numa assustadora furia calma.

-hehe.. -O svanir riu, sangue escorrendo de sua boca. - Jormag vai quebrar seus ossos, moleque. Ele fez uma vez, e vai fazer de novo... Wolfborn.

-O que? - Arawn disse, atônito.- Que Wolfborn? O QUE ISSO QUER DIZER, VERME!?

Morto. Não havia mais o que perguntar, e Arawn parecia aflito. Ao longe, vi meu cão retornando, o Quaggan ao seu lado, e parecia bem. Me aproximei de meu amigo, tocando seu ombro levemente.

-Arawn...o que houve?

-Wolfborn...você ouviu? -Ele engoliu em seco. Lembrei-me então, dele me dizer que ele era um wolfborn. - Ele disse que Jormag quebraria meus ossos novamente. Mas ele nunca quebrou.

-O qu...? - Ia perguntar, mas subitamente, algo me ocorreu. - Qual era o espírito do seu irmão...?

-Ele era da minha matilha. Compartilhavamos algumas semelhanças também. - Ele olhou em meus olhos, e mesmo com sua marca necromantica, percebi o olhar de uma criança perdida. - Blader era wolfborn.


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Contos do Amante da Morte [Semana 14]

Autora: Mari-Youko-Sama
Capítulo 12: Averno Laranja

A lua cheia era encoberta por uma grossa camada de nuvens, tornando a escuridão noturna berço fértil para o medo que crescia no coração daqueles que estavam no posto de Súlinm. O zunido das flechas rompendo o ar e cravando-se à estrutura de madeira fazia os homens recuarem da linha de frente brevemente. Solomon gritava para manterem suas posições e enquanto os arqueiros despejavam suas flechas contra a linha inimiga que se aproximava lentamente, Marcos se organizava na fila de homens e escudos junto ao portão principal.

Logo o jovem Blackwood notou um aroma diferente impregnando o ar, mas não houve tempo para raciocinar sobre o que se tratava: entre berros de ordens de Solomon e de injurias ditas pelos homens aos soldados de Eadgar, urros de dor eram audíveis. Logo um homem caía da murada ao lado de Marcos, gemendo de dor e engasgado com o próprio sangue, a flecha fincada em seu peito, atravessando seu pulmão. O moreno foi tomado por um terror sem tamanho, no entanto, seus olhos não conseguiam fugir da imagem daquele arqueiro ao seu lado definhando com uma flecha de madeira negra, e foi naquele momento mórbido entre o medo da morte e a contemplação que o jovem Blackwood teve um estalo:

– Afastem-se do portão!! – anunciou com urgência, mas sua voz não alcançou a todos.

Logo em seguida, o céu noturno se iluminou em tons laranja com flechas incendiárias fincando-se na estrutura de madeira e, junto as flechas embebidas em líquido inflamável lançadas anteriormente, somado ao verão mais seco e quente em anos, assim como uma murada construída quase em sua totalidade de madeira, não demorou para as chamas se espalharem.

O desespero se alastrou tão rápido quanto as labaredas, os homens que cuidavam do portão principal o abriram para deixar as pessoas fugirem das chamas, a linha de homens e soldados se desorganizou e vazou do posto pelos portões entreabertos, saindo do fogo para encontrar a morte.

A linha do exército de Eadgar ceifou sem trabalho aqueles que corriam para o exterior, cercando todas as formas de saída, sendo assim, eles não precisavam avançar, deviam apenas esperar. Aqueles que ficassem dentro do posto morreriam queimados, e aqueles que saíssem seriam assassinados.

“O conceito de inferno é diferente, dependendo da divindade que se segue: uns pregam que é um submundo vazio para explanação dos erros, outros dizem que é frio e tortuoso, cheio de espinhos e espectros tentando-o a cair no esquecimento… mas sejamos francos, naquela noite, eu pude vislumbrar o inferno, não como algo de explanação ou simples sofrimento, mas o terror, o medo, e a incapacidade de poder fazer algo por mim e por qualquer outro, a triste sensação de que é o fim, e não haverá nada para ser encontrado ou nenhum lugar a chegar... Certamente, até para alguém como eu e o que sou atualmente, isto ainda é uma versão bem mais convincente do inferno do que qualquer conto dito por um clérigo.”


Ir para o próximo capítulo de "Contos do Amante da Morte"

“SentiMente” [Cancelado]

Autora: Silvia Verlene

- Desistência -